Autonomia e coletividade

Karen Caldas e Larissa Costa - 06/07/2022

Jovens narram suas militâncias junto a movimentos sociais

Falar em movimentos sociais é pensar em grupos de organização popular que se unem em coletividade para atuar politicamente na sociedade. Para uma grande parte da população, organizar-se em movimentos sociais acaba se tornando uma forma de atuar contra as mazelas que os atingem mais diretamente. Nessa análise, não se pode desprezar a força que a juventude possui para atuar em prol de transformações sociais.


Orientados pelo desejo de mudança e pela atuação política junto às suas comunidades, quatro jovens nos narraram como tornaram-se militantes. Para além da política institucional – cujo evento mais decisivo, as eleições, se avizinha – estes militantes regulam sua atuação política pelos valores da autogestão popular, da participação em movimentos sociais com história e ideologia próprias, e pela coletividade.

Movimentos sociais na prática

Fora das irrupções civis pontuais e além das movimentações estudantis, a construção junto a um movimento exige tempo, esforço e dedicação. O graduando em Direito e mestrando em Estudos Interdisciplinares na UFBA, Ícaro Jorge, 24, militante no Movimento Negro Unificado (MNU), conhece bem essa realidade. Ícaro se aproximou dos movimentos sociais quando entrou na universidade pela primeira vez, como ingresso no curso de B.I. em Humanidades. Construiu sua atuação junto às representações estudantis, como o Centro Acadêmico e o Diretório Central dos Estudantes da UFBA, e também na UNE. Foi ainda na graduação que, junto com amigos e amigas, criou um grupo de estudos de teorias negras. Ali começou sua história com o MNU.


“A gente iniciou estudando Lélia Gonzalez [intelectual de orientação marxista, antropóloga, militante antirracista e uma das fundadoras do MNU]. Nesse processo de estudo, decidimos em conjunto nos filiarmos ao MNU. Esse processo é feito manualmente, você recebe o papel, faz a filiação e entrega ao dirigente estadual do Movimento; nesse momento, você já é incorporado ao grupo e já pode ir acompanhando as reuniões, as atividades. A atuação vem muito do que a gente constrói”, conta Ícaro.

Design de Matheus Souza


Desde sua entrada, o militante integra diversas frentes, principalmente àquelas do movimento que são voltadas à educação. Ícaro já integrou a banca de heteroidentificação das cotas raciais na UFBA – o que inclusive inspirou sua dissertação de mestrado –, integrou a comissão que busca pautar a manutenção do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio Americanos (CEPAIA/UNEB), assim como foi delegado em um dos congressos estaduais do movimento. “De certa forma, a atuação do movimento social acaba sendo uma atuação muito interdisciplinar, com diversos projetos que se articulam. Onde a gente estiver a gente vai estar construindo alguma coisa”, explica.

“A participação em movimentos sociais coloca você não apenas num lugar passível de resolução dos conflitos sociais, mas também num lugar ativo em que você compreende como lutar, como se organizar para modificar determinadas realidades e não só sentir aquela dor”, continua Ícaro. “Isso forma a pessoa, que passa a possuir outras formas de fazer as coisas”. O pesquisador vê essa formação tanto em um âmbito pessoal, quanto da sua atuação profissional. Ícaro passou a compor um grupo de afinidades de pessoas negras na empresa onde trabalha. Ele completa, afirmando que, ao mudar a postura de um militante, a atuação em movimentos ensina “a falar” e a romper com os silenciamentos que nos são impostos.

Para ele, militância é algo que se difere do ativismo na medida em que requer uma atuação diária, uma construção mais firme junto a um movimento social. “Estar militante de movimento social requer compromisso e agenciamento, de várias formas, não só do tempo, mas também afetivos, pessoais e econômicos. No movimento estudantil, pelo fato de ter algumas responsabilidades, eu tive de abdicar de algumas oportunidades. É um compromisso que você tem não apenas com você, mas com outras pessoas que esperam de você um resultado”, narra acerca do desafio de ser um representante do corpo estudantil

“É uma forma de existência”


Lígia Bitencourt, 24, entende bem a questão dos desafios. A graduanda em Direito na UFBA estudava Ciências Sociais quando, ao se aproximar da organização e articulação de negros e negras Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, se deparou com a necessidade do movimento de ter profissionais especializados na área jurídica. “Infelizmente nosso povo está preso, morto ou analfabeto. Então, a gente precisa se municiar de todas as formas. Naquele momento pareceu importante para minha organização, e para mim, mudar de curso”, relata. “Entrei no curso de Direito muito orientada por esta organização que me deu régua e compasso na minha atuação política e para a mulher que sou hoje”.


Sua caminhada na militância começa desde muito cedo, aos 14 anos. Lígia conta que, na época em que era moradora de Camaçari, integrou o movimento estudantil do IFBA e também participou de ações do movimento por moradia na cidade. Foi entre essas andanças que, inclusive, sentiu a penalidade que aflige os movimentos. Ela foi uma das expulsas do IFBA no episódio conhecido como os “20 de Camaçari”, uma das decisões que na época foram condenadas, inclusive pela UNE, que a classificou como uma “caça às bruxas”.

Slideshow 2 de Matheus Souza

Pela auto-organização e alinhamento de princípios do movimento, Lígia tornou-se uma militante da Reaja. A organização de orientação quilombista e garveyista (Garveyismo, do original garveyism, aspecto do nacionalismo negro referente às políticas econômicas, raciais e políticas do fundador da Associação Universal para o Progresso Negro e Liga das Comunidades Africanas, Marcus Garvey).

“Como diria Hamilton Borges [militante e liderança na Reaja], Quilombola não pede. Quilombola toma”, conta Lígia. Criada em 2005, a Reaja veio na esteira da comoção em nível nacional e internacional do assassinato da filantropa e ativista norte-americana Dorothy Stang. No entanto, ela pontua que a morte de corpos pretos jamais causou a mesma comoção no país. “Percebemos que havia uma desproporcionalidade. Por que nossa morte não ecoava tanto? A gente começou a se organizar nesse sentido: se ninguém vai chorar a nossa dor, quem tem que chorar somos nós”.


“A Reaja optou politicamente por enfrentar essa realidade de uma forma a dar continuidade aos princípios africanos que sempre foram efetivos para nossa libertação”, completa.


Mais que uma função única, Lígia atua pela organização, que possui muitas frentes. Pelo princípio da auto-organização, a Reaja fundou as próprias instituições, como a Escola Winnie Mandela, a organização cultural Quilombo Xis, a Editora Reaja, o evento Teorias sobre Nós, que debate pautas raciais com intelectuais e artistas convidados. Além disso, a organização ainda possui ampla atividade de apoio a familiares de pessoas encarceradas e até mesmo dentro das prisões.


Por essa perspectiva ampla, a estudante nos explica que a organização não atua com grupos segmentados da comunidade. “Nós não trabalhamos com esse conceito de juventude. Para nós é ‘de maior’ ou ‘de menor’, porque a polícia não considera juventude negra, ela considera povo negro. Óbvio que para a gente jovens e negros são as pessoas mais vulneráveis em relação a forma física de matar através do estado. Mas, em qualquer ranking que se pegar, estaremos nas piores situações. Seja jovem, seja velho, ou nem nascido, estamos submetidos a esse processo”, julga.


Assim como Ícaro, Lígia também entende a sua militância como uma das principais fontes de educação que recebeu. “Foi através dela que entendi e tive acesso ao que é uma organização política, com formação, com debate, disciplina, compromisso e trabalho real. Quando eu falo régua e compasso foi o que modelou inclusive minha postura em outros espaços não apenas na minha militância, mas também na minha vida pessoal e profissional e que me deu um direcionamento na minha militância. Que me educou, na verdade”, assevera a estudante. “Não é uma camisa que eu visto e tiro. É uma forma de existência”.

“Já recebemos golpe antes de chegar ao mundo”

Edielso Barbosa dos Santos, 29, mostra que a vivência das juventudes é mais diversa do que se assume. O quilombola do Baixão do Guaí, no município de Maragogipe-BA, passou a morar em Salvador para concluir o curso de Ciências Sociais na UFBA. Em sua comunidade, ele possui nome, sobrenome e história: vem de uma família tradicional pesqueira, representa a juventude pesqueira como militante do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Bahia (MPP) e ajudou a fundar a Escola das Águas, que, para ele, é uma das maiores conquistas do movimento.


Mas na capital a história é outra. “Quando estou em Salvador eu só sou Edielso, sem identidade. Sou só um corpo preto que possivelmente pode ser até alvo de uma bala ‘achada’”, reflete. Como militante de uma comunidade aldeada, Edielso carrega o peso de pensar na coletividade. “Minha presença na luta é a possibilidade de garantir uma dignidade humana para as gerações futuras, que ainda serão geradas. Claro que eu sozinho não consigo isso, mas juntos conseguimos”.


Com a negligência do Estado brasileiro e o avanço do capital sobre o território, o quilombola conta outras carências de sua comunidade, como a falta de coleta de lixo periódica, a ausência completa de postos de saúde e a dificuldade de acesso à educação formal. Este, inclusive, é um dos marcos que demonstra o quanto a vida dos jovens aldeados é distinta da juventude urbana. “Quando eu entrei na Escola das Águas estava com 18 anos e na sétima série. Aqui no meu município o processo educacional sempre foi muito limitado, a distância até a escola é gigante. Eu tive um processo meio tardio no que tange a educação formal”, relata.

Slideshow 3 de Matheus Souza


A Escola das Águas foi também um berço de formação política.“Depois de um ano na Escola das Águas eu já tinha adquirido uma consciência crítica muito apurada. Foi um ano de intenso trabalho de formação política”, avalia Edielso. Graças a essa formação, ele e mais nove jovens puderam adentrar o espaço das universidades públicas. A luta não é apenas por acesso, mas também para garantir a emancipação da terra, fazendo frente aos empreendimentos que avançam – como o monocultivo de eucalipto e a exploração de pedreiras – e a conquista da delimitação legal do território.


Enquanto militante que atua junto à juventude da qual faz parte, Edielso discorda que há, por parte dos jovens atuais, uma dificuldade de engajamento. A estratégia de seu movimento sempre foi uma aproximação cuidadosa para entender as demandas desse grupo que, segundo ele, preza muito por atividades culturais e esportivas. Ele completa ainda que a mobilização da juventude “só fica difícil se a gente não entender que o processo é dinâmico, ele começa aos poucos”.


Questionado quanto à representação quilombola no âmbito da política institucional, ele retruca que há pesos diferentes dados aos problemas sociais. Traçando um paralelo com o impeachment sofrido pela presidenta Dilma Roussef, em 2016, ele responde: “Nas comunidades tradicionais, quando a criança está na barriga da mãe já está recebendo golpe sem sequer chegar ao mundo”.

“Até hoje estou na luta”

Foto: Acervo pessoal

Giovana Ferreira, 23, viu nos movimentos sociais uma possibilidade de mudança na realidade das mulheres que a rodeiam. Em 2018, ela ingressou na Universidade Federal da Bahia, cursando História. Lá, ela teve contato com estudos sociais, históricos e filosóficos que se propõem a explicar os fenômenos que atingem a sociedade. Munida de saberes, Giovanna buscou ser uma figura ativa nesses eventos,lutando contra a desigualdade social, cultural e econômica que atinge sua comunidade.


Logo, ela se tornou afiliada à Unidade Popular do Brasil, um partido recém criado que busca reivindicar o direito de pessoas negras e em vulnerabilidade. A partir dali, conheceu inúmeros movimentos sociais que se alinhavam a esse objetivo, um deles o Movimento Olga Benário, ao qual passou a fazer parte em 2020. “Estava na Estação da Lapa voltando para casa e conheci o pessoal, quando eles estavam coletando assinaturas para legalizar o mais novo partido político no Brasil, a Unidade Popular. Daí me falaram sobre os movimentos que constroem o partido e, dentre eles estavam o Olga. Desde então, até hoje estou na luta”, ela explicou.


Ela conta que o Olga surgiu em 2011, fruto da necessidade de um grupo feminista-marxista que paute a transformação da sociciedade como o principal objetivo para a libertação das mulheres. A partir desse momento, a estudante passou a articular as atividades do movimento, sendo por exemplo, coordenadora da ocupação Casa Preta Zeferina.

Entrevista com Giovana Ferreira

E no lado institucional?

Devido à confidencialidade dos votos em eleições, dados acerca da participação de jovens de 16 a 18 anos nas eleições não estão disponíveis, apenas do cadastro do Título de Eleitor. Ainda assim, o levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) traz dados otimistas. Entre janeiro e abril de 2022, o país ganhou 2.042.817 jovens eleitores nesta faixa etária, o que representa um aumento de 47,2% em relação ao número de 2018.


Deve-se grande parte desse engajamento à mobilização feita nas redes sociais. Sob a hashtag #RoledasEleições, o TSE uniu-se aos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), celebridades, times de futebol e instituições públicas para promover um tuitaço para incentivar jovens de 15 a 18 anos a tirarem o título de eleitor. Iniciativas do tipo integram ações mais amplas do Tribunal, como a Semana do Jovem Eleitor. O engajamento de personas públicas buscou pautar a necessidade de maior participação juvenil na política eleitoral brasileira.


O feito alcançou aproximadamente 88 milhões de pessoas. Além desta, outras iniciativas tornaram-se conhecidas. Durante a pandemia do novo Coronavírus, a cantora Anitta passou a produzir lives em seu perfil pessoal do Instagram – que hoje mantém mais de 62 milhões de inscritos – para ensinar os processos eleitorais ao seu público. Acompanhada de uma advogada, Anitta tirava suas próprias dúvidas e de seus fãs sobre as instâncias políticas e seu funcionamento. O objetivo era trazer educação política aos jovens que a seguem.


Breve histórico da atuação de movimentos sociais


O portal de educação política Politize! define que, no Brasil, movimentos sociais ganharam força e visibilidade durante a ditadura militar brasileira, que iniciou oficialmente em 1964. Temos como exemplos a Passeata dos Cem Mil, realizada em 1968, e o Diretas Já, em 1983, ambos eventos coordenados por entidades e partidos políticos.


Uma das entidades com forte atuação foi a União Nacional dos Estudantes (UNE), reconstruída em 1975, que teve um papel importante na história brasileira, indo muito além da defesa dos interesses dos estudantes. A UNE foi ferrenha oposição durante a ditadura, integrou o movimento pelo impeachment de Collor, em 1992 e, mais recentemente, atuou no “Tsunami pela Educação”, em 2019, que movimentou o país.


De um ponto de vista mais amplo, juventudes mobilizadas constroem movimentos sociais pela mudança em todo o Brasil.


Apesar de ser um grupo com classificação etária demarcada – o Estatuto da Juventude e da Adolescência (EJA) considera a juventude dos 15 aos 29 anos e a Organização Mundial de Saúde (OMS) de 15 a 24 anos – a juventude é também uma classificação social. “A juventude seria uma fase de transição, na qual nós passamos pelo processo de socialização primária, dos núcleos familiares, e vamos transitar desse processo para o processo de socialização em outras instituições. É também uma categoria de consolidação de aspectos do indivíduo em relação ao mundo”, explica o professor de sociologia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) e mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Rogério Ferreira Silva. Para o professor, é importante demarcar que não há uma única juventude amorfa, mas sim um grupo social com origens e demandas muito distintas, que pode compor movimentos muito diferentes entre si.


“Qualquer melhoria exige iniciativa e cobrança”

Ao traçar o caminho dos movimentos compostos pela juventude ao redor do mundo, como o histórico Maio de 68, o professor Rogério Ferreira alerta para a necessidade de estabelecermos um marco temporal bem definido para entender o que motivou essas revoltas durante os anos 60. “No caso da América Latina temos o forte impulso da Revolução Cubana, na década de 50, que foi também uma revolução feita por pessoas relativamente jovens e se tornou uma espécie de marco e esperança para que a juventude pudesse ter a conquista do poder e a construção de um outro modelo de sociedade”, elucida o pesquisador.


Cada movimento teve uma característica distinta em dado país. No Brasil, a luta era pelas chamadas reformas de base – a busca por mudanças que atingissem problemas estruturais da sociedade. Atualmente, o país não conta com cenário animador. Ferreira alerta para os impactos que uma crise com sintomas econômicos, sociais e políticos possui sobre a juventude. “A juventude é diretamente afetada pelo processo de piora da educação pública no Brasil; existe também um processo de precarização profunda das condições de trabalho. Se formos analisar rigorosamente, a grande maioria dos jovens no país, principalmente aqueles que dependem mais do setor público, os mais vulneráveis economicamente, estão tendo sua perspectiva de futuro ceifada pela falta de políticas públicas”, reitera.


Mesmo entendendo os desafios que se apresentam para a mobilização popular no cenário atual, o pesquisador defende a conscientização política do povo. “Sem a mobilização social existe uma tendência de manutenção de privilégios econômicos e políticos”, declara ele. “É muito fundamental hoje que aquilo que possa ser organizado, que possa ser mobilizado, que seja mobilizado. A perspectiva de qualquer melhora das condições de vida vai exigir uma iniciativa e uma cobrança”, completa.

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