Catalisadoras do futuro

Catharine, Giovanna, Gustavo e Roberta - 14/12/2022

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“Menina brinca de boneca e menino brinca de carrinho”, quantas vezes já não ouvimos essa fala enquanto crescíamos? Ela acaba por representar um imaginário social que gira em torno da forma que as noções de gênero estruturam nossa sociedade. O entendimento do que é coisa de menino e coisa de menina, se relaciona diretamente às atribuições sociais do que são deveres femininos e masculinos. Às mulheres são designadas as funções relacionadas ao cuidado, associando o fazer feminino a uma certa noção de maternidade, enquanto ao homem é designado o papel do responsável pelo desenvolvimento social e progresso econômico. Como consequência, no ensino superior, há a reprodução dessas desigualdades na distribuição de gênero entre as diferentes áreas do conhecimento.

Somando maioria nos cursos de ensino superior, a presença feminina não é acompanhada nas áreas de STEM. Segundo dados do Mapa do Ensino Superior de 2020, realizado pelo Instituto Semesp, apesar delas representarem 57% das matrículas em cursos de ensino superior no Brasil, a distribuição dessas matrículas pelas áreas de conhecimento é bastante desigual. A presença maciça de mulheres é vista em cursos que são entendidos como voltados para ensino, saúde e cuidado, como Pedagogia (92,5%), Serviço Social (89.9%), Nutrição (84,1%), Enfermagem (83,8%), Psicologia (79,9%) e Fisioterapia (78,3%).

Em um recorte local mais específico, essa realidade se mantém quando analisamos o contexto da Universidade Federal da Bahia, por exemplo. O Instituto de Física é um dos que possui maior distância percentual entre homens e mulheres docentes na área de pesquisa no ano de 2022. 

Enquanto o sexo masculino soma 82,6% do total, as mulheres representam menos de 20%. Por outro lado, o Instituto de Química dispõe de números menos discrepantes para a mesma categoria, já que as docentes representam 46% do total. Tentamos obter dados relacionados à UNEB, porém, não houve resposta às nossas solicitações até o fechamento desta reportagem para que pudéssemos reunir dados satisfatórios e atualizados.

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Ingresso de mulheres nas Exatas ocorre a partir dos anos 60

Apesar do Brasil possuir instituição de Ensino Superior desde 1808, com a criação do Colégio Médico-Cirúrgico da Bahia (atual Faculdade de Medicina da UFBA), foi só a partir de 1879 que mulheres passaram a ter o direito de ingressar em faculdades no país. Porém, o mesmo decreto que permitia o ingresso delas no ensino superior também reforçou discriminações através de exigências somente para elas, como separação de lugares específicos para mulheres nas salas de aula, restrição de idade e matrícula apenas com autorização do pai ou marido. 

Mesmo diante de tantas restrições e obstáculos, nessa época surgem as primeiras acadêmicas brasileiras. Nesse quesito, a Faculdade de Medicina da Bahia foi cenário de pioneirismo por ter entre seus formandos de 1887 a estudante Rita Lobato Velho Lopes, primeira mulher com graduação no ensino superior brasileiro. Já em 1909, a faculdade gradua Maria Odília Teixeira, primeira médica negra do Brasil e, posteriormente, primeira professora negra na UFBA. No entanto, ainda com a formatura das primeiras mulheres nas faculdades, o ingresso e permanência delas nas instituições era bastante raro.

Em Salvador, a mudança desse cenário passa a ocorrer décadas depois, com a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Bahia, em 1942. Em seus estudos, Regis Glauciane Souza, pesquisadora em Ciência, Gênero e Educação pelo PPGNEIM/UFBA, aponta a criação da faculdade como um marco histórico da entrada das mulheres na universidade. Porém, a desigualdade na distribuição de gênero pelos diferentes cursos permanecia. 

Segundo a pesquisadora, o ingresso mais expressivo de mulheres nas áreas das Exatas se daria por volta da década de 1960, devido às mudanças trazidas com a reforma universitária, que possibilitaram a ampliação do acesso às universidades, além da criação de novas faculdades, como Instituto de Matemática e Física da Universidade da Bahia (atual Instituto de Matemática e Estatística – IME/UFBA). Aliás, a criação desse instituto se deve inclusive a duas professoras pioneiras da UFBA: Martha Maria de Souza Dantas e Arlete Cerqueira Lima, demonstrando mais uma vez a importância da participação feminina em papéis de destaque. As duas professoras enfrentaram as barreiras de gênero da época e deram o pontapé inicial no movimento que impulsionou a área de educação científica nas Exatas no estado da Bahia. 

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Contudo, as conquistas de mulheres na área do ensino e pesquisa nas STEM não ocorreram de forma linear, sendo atravessadas por momentos de avanços e retrocessos ao longo do tempo. O curso de Ciências da Computação da UFBA, por exemplo, que nasceu como Bacharelado em Processamento de Dados no IME/UFBA, em 1968, era inicialmente composto por um número expressivo de mulheres, que inclusive eram maioria no próprio instituto. Porém, em meados da década de 1990, as turmas do bacharelado passaram a ter uma notória redução da presença feminina. Vale ressaltar que o fenômeno não é algo limitado ao contexto da UFBA, mas é percebido nas áreas de ensino, pesquisa e mercado de trabalho ao longo da história do Brasil e do mundo.

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Onde estão as mulheres nas STEM?

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De acordo com o levantamento de dados feito para esta reportagem, foi possível identificar, além da baixa presença de mulheres nas áreas da STEM, uma distribuição desigual tanto entre os cursos da área, mas também entre a ocupação dessas mulheres.

Entre as bolsistas da UFBA, a porcentagem de pesquisadoras é maior no Instituto de Química: 56,25%, e segue sendo menor no Instituto de Física: 30,3%, seguindo a tendência já analisada entre o número de docentes nessas áreas. Química também é o curso com maior número de estudantes de iniciação científica (IC).

Segundo Taneska Cal, doutoranda do Programa de Pós-Graduação Ensino, História e Filosofia das Ciências (PPGEFHC/UFBA), que desenvolveu estudos sobre história da mulher negra nas ciências, essa desigualdade na participação feminina na área da Física é histórica, sendo o atual cenário um reflexo da proibição da mulher a certos espaços, assim como a divisão sexual do trabalho. “Na história da Física, teve uma época em que as mulheres eram proibidas de entrar nas universidades. Enquanto que na Química, mesmo com a proibição, em alguns espaços de laboratório era permitida a presença de mulheres, que era o espaço de cuidado com a vidraria, com as rotinas de limpeza. A mulher sempre ficava vinculada ao cuidado e à limpeza e a responder às perguntas que seus orientadores destinavam”, explica Cal.

A docente pesquisadora do Instituto de Física da UFBA, Katemari Rosa, co-autora do livro Descolonizando Saberes, publicado em 2018, também aponta o fator histórico como uma questão importante para compreender as desigualdades presentes na Física, tanto com relação às disparidades de gênero, mas também étnico-raciais, já que ainda há a reprodução de mitos que vêm sendo disseminados desde a época da construção da ciência moderna, como a ideia da superioridade do homem, branco e europeu. Nesse período, o ideal eurocêntrico e androcêntrico permeavam a produção de saberes, assim como a própria visão de mundo, que seria imposta a outros povos durante o período da colonização e reforçariam a monocultura europeia.

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Como esses mitos enraizados desde o período colonial contribuíram para a construção de mecanismos de exclusão e opressão nos espaços acadêmicos, desde o início dos anos 2000, universidades vêm adotando políticas de ações afirmativas, como por exemplo as cotas sociais, para conseguir mais diversidade nesses espaços. Contudo, apesar da relevância dessas ações, as pesquisadoras ressaltam  que elas por si só não solucionam o problema. “As ações afirmativas são as válvulas que permitem a entrada desses corpos enquanto a  gente não derruba a barragem”, afirma Taneska Cal.

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Sistemas de barragem

Em sua dissertação de mestrado sobre a presença de mulheres negras nos programas de pós-graduação do Instituto de Física da UFBA, Tanesca Cal explica que os obstáculos estruturais e institucionalizados que controlam o fluxo de grupos sub-representados em determinados espaços acadêmicos também podem ser explicados através da alegoria da barragem.

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De acordo com a doutoranda, que trabalha há 15 anos lecionando disciplinas de Química e Física para turmas do ensino básico, é comum que mulheres tenham mais facilidade para adentrar nas licenciaturas, não apenas pela associação da profissão com atributos da maternidade, mas também porque há setores da docência no Brasil que são desprestigiados, não atraindo a presença masculina. Sendo assim, os sistemas de barragem, ao mesmo tempo que as impedem de ingressar em outras áreas, também as impulsionam para espaços com pouco poder e valorização social. “Se a gente está falando da educação básica, você tem a presença maior de mulheres. É um espaço que é desprivilegiado, desumanizado e culpabilizado. Agora, se você fala no ambiente de formação acadêmica, de pesquisadores, de coordenação de equipes, das agências de financiamento, você está vendo um espaço masculinizado, que é um espaço de poder”.

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Resistência e superação

Lynn Alves, docente pesquisadora da área de Jogos Digitais e Educação no IHAC/ UFBA, afirma que seu ingresso na universidade também ocorreu a partir do seu impulsionamento para a atuação na docência, mesmo que inicialmente a contra gosto.“Eu não queria fazer Pedagogia, nem queria ser professora, mas minha mãe dizia que filho de pobre tem que ser professor, então é assim que começa a minha vida acadêmica. Primeiro fiz magistério e, durante o estágio do magistério, me identifiquei com o ensino. Fui fazer Pedagogia, onde me apaixonei pelo curso e descobri lá a possibilidade do diálogo com diferentes áreas”.

A pesquisadora também relata que foi a partir das discussões na sua época de mestranda sobre a relação entre Informática e Educação, no final da década de 1990, que ela teve a oportunidade de ingressar na área de Tecnologia e Jogos Digitais, tornando-se inclusive uma das pioneiras nesses estudos no estado da Bahia. No entanto, Alves pontua que, apesar de ter se estabelecido na área e conseguir reconhecimento e visibilidade para o seu trabalho, o ramo de jogos digitais ainda possui pouca representatividade feminina na pesquisa, principalmente na atuação de desenvolvimento, o que contrasta com o atual cenário da área no Brasil. Segundo relatório da External Development Summit, o Brasil é um dos países de destaque em desenvolvimento de jogos, recebendo altos investimentos no setor. Além disso, segundo pesquisa da Newzoo em parceria com o Google, a indústria de jogos brasileira é líder entre os países da América Latina, obtendo apenas em 2021 um faturamento de R$11 bilhões.

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Apesar de haver maior tendência para mulheres ingressarem nos cursos voltados para a docência, ainda assim as mulheres que optam seguir por este caminho continuam enfrentando os mecanismos de exclusão dos sistemas de barragem, especialmente nas áreas das Exatas. Maria Lívia Coutinho, docente pesquisadora da UNEB, conta que apesar de sempre ter tido paixão pela Matemática e interesse por ser professora, seu ingresso na área foi desafiador desde o período de formação em Eletrônica no IFBA, quando havia uma maioria masculina na turma e que inclusive desacreditava no potencial feminino para a Matemática. Posteriormente, ela também encontrou desafios quando optou por cursar a licenciatura, já que além de ser vista como uma profissão desprestigiada, ainda carrega os estigmas envolvendo a mulher nas Exatas.

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Contudo, Maria Lívia, que atualmente leciona no Curso de Sistemas de Informação da UNEB, reconhece que apesar do atual cenário de mulheres na STEM ainda não ser tão diverso e inclusivo como deveria, ela percebe uma mudança nos últimos anos com relação à postura de enfrentamento das mulheres frente aos obstáculos surgidos em suas trajetórias.

A pesquisadora do Instituto de Ciências da Computação da UFBA, Fabíola Greve, também tem indentificado essa mudança de comportamento, principalmente entre as novas gerações diante das situações de preconceito e discriminação. Em entrevista para o ID 126, a pesquisadora relata que as estudantes de Computação já não aceitam certas atitudes e costumam se posicionar perante essas situações.

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Poucas mulheres, porém pesquisadoras de referência

Mesmo diante da baixa presença feminina nos cursos da STEM, universidades públicas como UFBA e UNEB vivem um período no qual, além de encontrar representatividade feminina na liderança de projetos e pesquisas, é possível identificar trabalhos de destaque nessas áreas, promovendo impacto e desenvolvimento em nível regional, nacional e internacional. A pesquisadora Lynn Alves, por exemplo, se tornou uma das maiores referências na área de Jogos Digitais e Educação. Ela, que hoje lidera o grupo da UFBA pertencente à Rede de Pesquisa Comunidades Virtuais, tem trabalhos voltados para a construção do conhecimento a partir de tecnologias multimidiáticas, desenvolvimento de jogos digitais pedagógicos e a desmistificação sobre os jogos eletrônicos. Além disso, a pesquisadora já tem no currículo mais de 300 produções acadêmicas, sendo citada inclusive mais de três mil vezes em referências bibliográficas, segundo o Google Scholar. 

Outra grande referência também na área de Tecnologia é a pesquisadora Fabíola Greve, que atualmente é um dos principais nomes brasileiros nos estudos sobre Blockchain, tecnologia que vem revolucionando não só o setor financeiro, mas outros ramos, como segurança e privacidade. Greve, que coordena as pesquisas no Gaudi – UFBA (Grupo de Algoritmos e Computação Distribuída), também tem desenvolvido trabalhos em outras áreas promissoras e estratégicas para os avanços tecnológicos nos últimos anos, como Algoritmos e Sistemas Distribuídos, Tolerância a Falhas, Computação em Nuvem e Névoa e IoT (Internet das Coisas). Já no campo da Mecatrônica, a pesquisadora da UNEB, Ana Patrícia Mascarenhas, que atua em Engenharia de Software, Inteligência Artificial e Robótica, tem entre seus trabalhos, a contribuição para pesquisa que visa auxiliar pessoas cadeirantes a realizarem suas atividades diárias de prevenção das lesões por pressão, a partir da interação com um cenário que mescla redes sociais e jogos. Mascarenhas também desenvolve trabalhos no Centro de Pesquisa em Arquitetura de Computadores, Sistemas Inteligentes e Robótica (ACSO / UNEB), que tem como um dos objetivos a difusão da robótica autônoma via projetos de extensão. Atualmente, o ACSO/UNEB coleciona 38 premiações como finalista em campeonatos nacionais e internacionais, tendo ficado em primeira colocação pelo menos 15 vezes. 

Na área da educação, a cientista de dados da Escola Politécnica da UFBA, Karla Esquerre, lidera o grupo de pesquisa Gamma/UFBA. Dentre as atividades realizadas, o grupo promove estudos e ações em Educação estatística e computacional em nível de pós-graduação, graduação, ensino médio e fundamental, apoiando também a formação de professores de escolas públicas para o ensino de ciência de dados e inteligência artificial, com foco no reconhecimento e solução dos problemas da sociedade. Uma extensão dessas ações foi a criação do projeto Ciência de Dados na Educação Pública (CDnaEP), que já atendeu 250 estudantes da rede pública de Salvador (veja mais detalhes no box no final da reportagem).

Outra pesquisadora que também tem trabalhos com escolas públicas de Salvador é Maria Lívia Coutinho. Atualmente, ela integra a equipe do Projeto HQ – K-Lab, que desde 2020 realiza pesquisas direcionadas para o desenvolvimento de recursos pedagógicos no contexto das histórias em quadrinhos para aplicação nas salas de aula da Rede Pública de Educação. O projeto está vinculado ao Grupo de Geotecnologias, Educação e Contemporaneidade – (GEOTEC/UNEB), que atua em pesquisa e extensão para difusão de Ciência e Tecnologia nas escolas públicas da Bahia.

Débora Abdalla, professora doutora do Instituto de Computação da UFBA, coordena o Meninas Digitais, projeto que propõe fomentar a aproximação de alunas do Ensino Médio/Tecnológico ou nos anos finais do Ensino Fundamental, com a área de Informática, Computação e das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), com o intuito de encorajar a participação delas na área. Outra personalidade proeminente é a professora Katemari Rosa, uma das responsáveis pelo Grupo de Pesquisa Diversidade e Criticidade nas Ciências Naturais (DICCINA), em conjunto com a pesquisadora do Instituto de Química, Bárbara Carine, que pretendem promover pesquisas sobre o ensino de Ciências a partir de uma perspectiva anti-opressora e decolonial.

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Por mais diversidade nas STEM

Diante da falta de equidade e pluralidade percebida nas STEM, as pesquisadoras que conseguiram ingressar nessas áreas e alcançar cargos de liderança têm buscado transformar esse cenário realizando diversos projetos e ações, tanto para a ampliação da discussão acerca do assunto, como para buscar soluções para o problema.

EDIÇÃO 2022.2

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