{"id":15644,"date":"2014-02-05T09:55:58","date_gmt":"2014-02-05T12:55:58","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=15644"},"modified":"2014-02-06T20:37:10","modified_gmt":"2014-02-06T23:37:10","slug":"porto-da-barra-tem-moradores-invisiveis-ha-mais-de-60-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/porto-da-barra-tem-moradores-invisiveis-ha-mais-de-60-anos\/","title":{"rendered":"Porto da Barra tem moradores \u2018invis\u00edveis\u2019 h\u00e1 mais de 60 anos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Tr\u00eas fam\u00edlias vivem h\u00e1 mais de 60 anos na regi\u00e3o de marinha que fica entre a praia do Porto da Barra e o Yacht Clube da Bahia. Tombamento do forte de S\u00e3o Diogo, em 2002, &#8220;livrou&#8221; comunidade de amea\u00e7as de desocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><\/em><span style=\"color: #808080;\">Texto: Henrique Duarte, Renata Pizane e Virginia Vieira<br \/>\n<\/span><span style=\"color: #888888;\">Fotos: Nat\u00e1lia Reis<br \/>\nVideo: Henrique Duarte\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem passa pela Rua do Forte de S\u00e3o Diogo, que liga o Porto da Barra ao Yatch Clube da Bahia, dificilmente percebe tr\u00eas casas simples constru\u00eddas sobre as pedras, na parte de baixo do morro de Santo Ant\u00f4nio. \u00a0Ali, h\u00e1 61 anos, a fam\u00edlia de Dona Ang\u00e9lica Souza, 92, aposentada, vive em uma das resid\u00eancias constru\u00eddas na beira do mar, com vista para a Ba\u00eda de Todos os Santos.<\/p>\n<div id=\"attachment_16313\" style=\"width: 579px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSC_8383-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-16313\" class=\"size-full wp-image-16313\" title=\"DSC_8383-1\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSC_8383-1.jpg\" alt=\"\" width=\"569\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSC_8383-1.jpg 569w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSC_8383-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 569px) 100vw, 569px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16313\" class=\"wp-caption-text\">Dona Ang\u00e9lica na porta de sua casa, no Porto da Barra \/ Foto: Nat\u00e1lia Reis<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fam\u00edlia de Dona Ang\u00e9lica aportou neste local quando o marido, que era pedreiro e pescador nas horas vagas, avistou a \u00e1rea a partir do morro de Santo Ant\u00f4nio &#8211; onde o forte foi constru\u00eddo em 1629 &#8211; e decidiu, junto com outro vizinho, construir as casas. &#8220;Meu marido e seu Mac\u00e1rio (vizinho) &#8211; ambos j\u00e1 falecidos &#8211; que chegaram aqui primeiro. Como a gente n\u00e3o tinha lugar pra ir, resolveu ficar aqui mesmo&#8221;, lembra a matriarca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>[Assista ao v\u00eddeo:]<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[youtube=http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wqbwd7zJqwY&amp;feature=youtu.be]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fam\u00edlia antes morava na regi\u00e3o conhecida como Ro\u00e7a da Julinha, onde hoje fica o Chame-Chame e o Shopping Barra, mas, por conta da especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, tiveram que deixar o local, vendido para a constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios. \u201cEles gostaram do lugar\u201d, afirma Sueli Lima, 52, filha do casal. Por falta de op\u00e7\u00e3o e com uma fam\u00edlia grande, restou enfrentar o mato do local e erguer a casa que ainda hoje abriga Dona Ang\u00e9lica, a filha Sueli e dois netos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O muro improvisado, feito a partir das rochas naturais, \u00e9 o limite entre o pequeno quintal e o mar. A casa simples, de ch\u00e3o batido e parede r\u00fastica, contrasta com a modernidade da tev\u00ea LCD e se destaca em meio aos m\u00f3veis antigos que comp\u00f5em o ambiente de quatro v\u00e3os, que n\u00e3o pode sofrer qualquer tipo de modifica\u00e7\u00e3o externa por uma determina\u00e7\u00e3o do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Cultural da Bahia (IPAC).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso porque, em 2002, o forte S\u00e3o Diogo foi tombado, e o seu entorno, um raio de 200 metros que abarca as resid\u00eancias, est\u00e1 protegido e n\u00e3o pode sofrer nenhuma descaracteriza\u00e7\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o foi\u00a0 feita pelo governo estadual atrav\u00e9s do IPAC, mas, segundo Sueli, os moradores das tr\u00eas casas nunca receberam nenhum comunicado ou orienta\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o. \u201cO vizinho tentou construir no local, e eles vieram e derrubaram\u201d, conta. Consultado sobre o assunto, o Gerente de Patrim\u00f4nio Material do IPAC, Luiz Augusto Viva,\u00a0disse que &#8220;as informa\u00e7\u00f5es que dispomos n\u00e3o mencionam comunidades espec\u00edficas ao redor da constru\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tombamento, por\u00e9m, terminou, de certo modo, por restaurar a tranquilidade das fam\u00edlias. Mesmo sem possuir t\u00edtulo de propriedade dos terrenos, que fazem parte da chamada &#8220;\u00e1rea de Marinha&#8221; e s\u00e3o bens da Uni\u00e3o, os moradores deixaram, desde ent\u00e3o, de receber os ass\u00e9dios frequentes feitos pelo Yacht, que queria a \u201c\u00e1rea limpa\u201d. \u201cEles mandavam a gente se retirar. N\u00f3s sempre resistimos. Na verdade, n\u00e3o t\u00ednhamos pra onde ir\u201d, diz Sueli.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Superintendente do Yacht,\u00a0Antonio Fernandes Neto, afirma que o clube n\u00e3o tem com os moradores &#8220;nenhum relacionamento que possa ser considerado ruim&#8221; e que &#8220;os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos deveriam ajudar no sentido de montar ali uma verdadeira col\u00f4nia de pescadores, a exemplo de outras existentes na cidade, e assim preservar este belo local e ao mesmo tempo proteger os pescadores&#8221;. Segundo ele, por in\u00fameras vezes, o\u00a0Yacht\u00a0prestou servi\u00e7os de combate a inc\u00eandio no mato da regi\u00e3o e auxiliou pessoas e embarca\u00e7\u00f5es quando das ressacas que acontecem\u00a0todos os anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[slideshow_deploy id=&#8217;15955&#8242;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falta d&#8217;\u00e1gua &#8211;<\/strong>\u00a0Mesmo estabelecidas h\u00e1 tanto tempo, as fam\u00edlias ainda vivem, em certa medida, &#8220;esquecidas&#8221; pelo poder p\u00fablico. A falta de abastecimento d\u2019\u00e1gua ainda \u00e9 um dos principais problemas. A fam\u00edlia conta que, por diversas vezes, os moradores procuraram a Empresa Baiana de \u00c1guas e Saneamento (Embasa), que eles at\u00e9 enviaram t\u00e9cnicos na \u00e1rea, por\u00e9m nada aconteceu. Segundo Sueli, a justificativa da Embasa para o n\u00e3o oferecimento do servi\u00e7o \u00e9 o fato de que ali existem poucas casas, o que encarece a interliga\u00e7\u00e3o \u00e0s redes de \u00e1gua e esgoto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Embasa, por sua vez, afirma que a \u00e1rea \u00e9 atendida pela empresa, e que os moradores deveriam \u201csolicitar um estudo de viabilidade t\u00e9cnica, para que seja verificada a possibilidade de instala\u00e7\u00e3o de rede distribuidora de \u00e1gua e rede coletora de esgoto no local\u201d. Sueli sonha com o dia em que poder\u00e1 abrir a torneira e ver \u00e1gua jorrando. \u201cTenho esperan\u00e7a de v\u00ea \u00e1gua aqui, assim como Deus existe. Enquanto isso, a gente se vira como pode.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para suprir a necessidade de abastecimento, as fam\u00edlias coletam \u00e1gua da chuva ou pegam \u00e1gua na fonte constru\u00edda pelos pr\u00f3prios moradores entre as pedras, ou ent\u00e3o no Yatch Clube, quando eles cedem. Mas, mesmo assim, eles dizem ter um gasto enorme com a compra de \u00e1gua mineral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para minimizar os transtornos da falta de saneamento, a solu\u00e7\u00e3o encontrada pelos moradores foi a instala\u00e7\u00e3o de uma tubula\u00e7\u00e3o que despeja o esgoto\u00a0<em>in natura<\/em> no mar. \u201cA gente pega \u00e1gua salgada na po\u00e7a e joga no vaso sanit\u00e1rio [para dar descarga]\u201d, conta Sueli. Energia el\u00e9trica tamb\u00e9m foi outra dificuldade: no in\u00edcio, era preciso usar candeeiro para iluminar a casa, e as roupas eram passadas com ferro esquentado no fogo. \u201cA luz a gente veio conseguir depois de muitos e muitos anos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a presen\u00e7a de banhistas e pescadores de fora, elas contam que a conviv\u00eancia \u00e9 bastante tranquila. &#8220;A gente nunca teve problema com eles. Tem muitos que pescam aqui do lado e a gente at\u00e9 j\u00e1 conhece&#8221;, conta Sueli. A \u00fanica queixa de Dona Angelica \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao uso de drogas no local. &#8220;As vezes eu tenho que pedir pra eles irem mais pra longe&#8221;, conta a matriarca. A simpatia desta senhora sempre funciona como instrumento de persuas\u00e3o e eles acabam obedecendo ao pedido.\u00a0Mesmo em meio a tantas dificuldades, Dona Ang\u00e9lica n\u00e3o deixa escapar do rosto um sorriso sereno e acolhedor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/DSC_8364-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-15951\" title=\"DSC_8364-1\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/DSC_8364-1.jpg\" alt=\"\" width=\"569\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/DSC_8364-1.jpg 569w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/DSC_8364-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 569px) 100vw, 569px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rua Forte S\u00e3o Diogo \u00e9 o ref\u00fagio de tr\u00eas fam\u00edlias que residem h\u00e1 mais de 60 anos no Porto da Barra<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":16319,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1452,1281,1454,1453],"acf":[],"aioseo_notices":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.5 - 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