{"id":2762,"date":"2011-11-21T13:43:26","date_gmt":"2011-11-21T13:43:26","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=2762"},"modified":"2011-11-21T13:55:58","modified_gmt":"2011-11-21T13:55:58","slug":"%e2%80%9ctemos-que-conquistar-a-pessoa-para-ir-ao-concerto%e2%80%9d","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/%e2%80%9ctemos-que-conquistar-a-pessoa-para-ir-ao-concerto%e2%80%9d\/","title":{"rendered":"\u201cTemos que conquistar a pessoa para ir ao concerto\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em>O diretor da Escola de M\u00fasica da UFBA fala sobre OSUFBA, Neojib\u00e1, ax\u00e9 e m\u00fasica cl\u00e1ssica<\/em><\/p>\n<p><em>Por Camila Queiroz e Paula Amor<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_2791\" style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/DSC057143.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2791\" class=\"size-medium wp-image-2791\" title=\"\u201cTemos que conquistar a pessoa para ir ao concerto\u201d\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/DSC057143-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/DSC057143-225x300.jpg 225w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/DSC057143-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2791\" class=\"wp-caption-text\">Heiz Schwebel, diretor da EMUS UFBA, em entrevista para o Impress\u00e3o Digital 126. Foto: Paula Amor<\/p><\/div>\n<p>Heinz Karl Schwebel foi o primeiro trompetista da Orquestra Sinf\u00f4nica da Bahia (OSBA). Graduado no curso de Instrumento da UFBA em 1993, Schwebel realizou mestrado e doutorado nos Estados Unidos, passou por diversas institui\u00e7\u00f5es internacionais e j\u00e1 recebeu v\u00e1rios pr\u00eamios durante sua carreira de m\u00fasico.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois anos e meio \u00e0 frente da dire\u00e7\u00e3o da Escola de M\u00fasica da Universidade Federal da Bahia (EMUS-UFBA), Heinz Karl Schwebel conta ao Impress\u00e3o Digital 126 como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o da OSUFBA e fala sobre o cen\u00e1rio da m\u00fasica cl\u00e1ssica em Salvador.<\/p>\n<p><strong><em>Impress\u00e3o Digital 126 \u2013 <\/em>Como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o da OSUFBA atualmente?<\/strong><\/p>\n<p><strong> Heinz Karl Schwebel<\/strong> &#8211; A orquestra est\u00e1 em atividade, mas passa por uma fase dif\u00edcil em decorr\u00eancia da perda de pessoal que vem sofrendo ao longo dos anos e n\u00e3o vem sendo reposta. \u00c9 uma orquestra que teve cerca de 60 componentes no seu \u00e1pice, n\u00famero relativamente baixo para uma orquestra sinf\u00f4nica completa, que deve ter a partir de 96 m\u00fasicos. Ent\u00e3o a orquestra est\u00e1 pequena e sofrendo para se manter atuando. Nossa orquestra \u00e9 formada por servidores t\u00e9cnicos m\u00fasicos concursados e por alunos. Ela precisa ser reaparelhada de uma vez. Abrir vagas para tr\u00eas m\u00fasicos n\u00e3o resolvem o problema de uma orquestra. Voc\u00ea n\u00e3o pode entrar com seu time de futebol para jogar sem o goleiro e os centroavantes. O mesmo acontece com a orquestra. Ou voc\u00ea resolve o problema e voc\u00ea tem um conjunto, ou voc\u00ea n\u00e3o tem o conjunto. Ent\u00e3o a gente sempre fica com o grupo incompleto e incapaz de fazer os projetos que j\u00e1 foram poss\u00edveis no passado. A reitora [Dora Leal Rosa] j\u00e1 est\u00e1 ciente deste problema.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126<\/em> \u2013 O que a reitora pretende fazer para solucionar o problema?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; Ela concordou com a minha vis\u00e3o de que a reitoria tem que assumir a orquestra como uma orquestra da Universidade e n\u00e3o uma orquestra da Escola de M\u00fasica. Porque assim eles foram criados. Se a responsabilidade para manter esses grupos \u00e9 da Escola, eu tenho muito menos recursos do que ela tem, e vai ser muito mais dif\u00edcil convencer o conselho universit\u00e1rio de que a Escola de M\u00fasica precisa de 50 novos funcion\u00e1rios, do que a universidade precisa de uma orquestra para represent\u00e1-la. Como a universidade tem um hospital, um museu, hospital veterin\u00e1rio, a universidade resolveu ter uma orquestra e precisa assumi-la e arcar com os investimentos necess\u00e1rios para manter esse grupo e o investimento mais importante e necess\u00e1rio neste momento \u00e9 o investimentoem pessoal. Ela se convenceu e se comprometeu a tentar pelas vias burocr\u00e1ticas normais conseguir as vagas necess\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126<\/em> \u2013 O governo federal destina verbas para a orquestra?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; Para a orquestra especificamente n\u00e3o, porque ela n\u00e3o tem um or\u00e7amento pr\u00f3prio. Essa \u00e9 outra dificuldade que j\u00e1 foi levada ao Conselho Universit\u00e1rio. A Escola de M\u00fasica sozinha n\u00e3o pode manter a orquestra, existe uma programa\u00e7\u00e3o. E com a verba da Escola de M\u00fasica, que j\u00e1 tem seus milh\u00f5es de problemas como todas as unidades t\u00eam, se eu destino esse dinheiro para programar a orquestra \u00e9 um problema. Ent\u00e3o eu j\u00e1 pedi que fosse inclu\u00edda no or\u00e7amento uma rubrica para a orquestra sinf\u00f4nica, para que ela tenha um modo de manter uma programa\u00e7\u00e3o interessante para o p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126<\/em> \u2013 A OSUFBA j\u00e1 foi um grande v\u00ednculo entre a m\u00fasica cl\u00e1ssica e a sociedade, fazia concertos semanais na reitoria. H\u00e1 inten\u00e7\u00e3o de resgatar isso?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> \u2013 A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 esta. Hoje estamos fazendo um repert\u00f3rio que ainda \u00e9 poss\u00edvel ser feito com o n\u00famero de m\u00fasicos que temos. A gente n\u00e3o pode fazer a maioria dos compositores brasileiros, porque eles escreveram para orquestras grandes, como Camargo Guarnieri, Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes. Mas Bach escrevia para uma orquestra pequenininha, ent\u00e3o d\u00e1 para a gente fazer. A gente tem que escolher muito bem o que \u00e9 que a gente pode fazer com a orquestra que a gente tem.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 Por que n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de termos concertos semanais novamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> \u2013 Seria muito dif\u00edcil a gente fazer concertos semanais hoje por v\u00e1rias raz\u00f5es. Primeiro porque a gente n\u00e3o tem a pauta da reitora toda semana, porque as outras escolas tamb\u00e9m precisam ir \u00e0 reitoria, que \u00e9 o nosso palco. Segundo, n\u00e3o temos uma orquestra t\u00e3o \u00e1gil assim em fun\u00e7\u00e3o de seu tamanho para preparar um novo programa a cada semana. E, terceiro, \u00e0s vezes temos que atender a um determinado pedido, precisando mudar o foco da programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 De que forma o soteropolitano tem contato com a m\u00fasica cl\u00e1ssica hoje?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; Hoje a OSBA se apresenta semanalmente no teatro, embora muitas pessoas n\u00e3o fiquem sabendo. A publicidade em torno desses concertos \u00e9 muito pouca. N\u00e3o existe uma verba de programa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o existe um apelo midi\u00e1tico forte. Os concertos da OSUFBA s\u00e3o divulgados por mala direta, por redes sociais, uma notinha no jornal de vez em quando. N\u00e3o tenho um n\u00famero, mas Salvador deve oferecer para a popula\u00e7\u00e3o em m\u00e9dia um concerto por semana. N\u00e3o \u00e9 Nova Iorque, onde voc\u00ea tem cinco concertos por dia. Mas um concerto por semana n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim assim. Temos que trabalhar o interesse das pessoas, levar conhecimento do que est\u00e1 acontecendo. Infelizmente, n\u00e3o \u00e9 a maioria da popula\u00e7\u00e3o que tem acesso a isto, porque simplesmente n\u00e3o tem acesso a outras coisas b\u00e1sicas. Uma parcela enorme da popula\u00e7\u00e3o soteropolitana est\u00e1 primeiro preocupada em sobreviver. \u00c9 dif\u00edcil trabalhar p\u00fablico aqui, se n\u00e3o tivermos uma condi\u00e7\u00e3o institucional forte, que d\u00ea amparo \u00e0 publicidade. Temos que disputar este interesse com uma s\u00e9rie de outras ofertas. Mas quem sou eu para fazer um julgamento dessa oferta? As pessoas ouvem o que querem ouvir. O nosso papel \u00e9 divulgar o que a gente faz.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 Acredita que a m\u00fasica cl\u00e1ssica est\u00e1 crescendo em Salvador?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> \u2013 Acho que sim. Um exemplo \u00e9 o Neojib\u00e1, um projeto maravilhoso que chegou numa hora muito boa. Ele n\u00e3o \u00e9 um projeto pioneiro no Brasil, mas chegou com muita for\u00e7a, com um apoio muito forte do Estado. O or\u00e7amento do Neojib\u00e1 \u00e9 maior do que todas as unidades universit\u00e1rias t\u00eam juntas para se manter durante o ano. Mas as propostas do Neojib\u00e1 e da universidade s\u00e3o diferentes. O Neojib\u00e1 vai ser um projeto muito bom para a universidade, porque os meninos est\u00e3o come\u00e7ando muito cedo. A forma\u00e7\u00e3o musical desde cedo \u00e9 uma car\u00eancia no Brasil. Esperamos que parte desses meninos que hoje est\u00e3o iniciando na m\u00fasica se interesse em seguir a carreira profissional e venham para a Escola de M\u00fasica continuar seus estudos. Agora o projeto \u00e9 muito novo, ent\u00e3o ainda n\u00e3o deu para sentirmos a transforma\u00e7\u00e3o de uma sociedade. Acho que vai levar mais tempo para a gente ver o impacto.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 A que voc\u00ea atribui a pouca cobertura da m\u00fasica cl\u00e1ssica pela m\u00eddia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; \u00c9 uma conjun\u00e7\u00e3o de fatores. As institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas t\u00eam poucos recursos para fazer divulga\u00e7\u00e3o, as empresas t\u00eam se concentrado em torno de nomes midi\u00e1ticos e determinado tipo de m\u00fasica, sem ju\u00edzo de valor aqui. Porque existe um retorno financeiro pra isso, existe todo um aspecto comercial da musica que \u00e9 ineg\u00e1vel. Ivete faz um show pra quantas mil pessoas? Ingressos custando quanto? Com quantos patrocinadores de cerveja? Isso \u00e9 um poder enorme. Querer competir com isso s\u00f3 com o seu produto musical? O pacote vem sozinho, n\u00e3o tem festa, n\u00e3o tem cerveja durante o concerto, ningu\u00e9m vai l\u00e1 tentar arrumar uma namorada nova. Uma s\u00e9rie de fatores diferencia o p\u00fablico de uma atividade da outra. Um concerto pontual naquela semana n\u00e3o \u00e9 um evento que traz todo esse arcabou\u00e7o de interesses agregado, um show de musica popular \u00e9. Temos que conquistar a pessoa para ir ao concerto. Mudou muito o panorama da m\u00fasica e a gente tem que se adaptar. Temos muito menos gente que \u00e9 conhecedora profunda da m\u00fasica.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 Como o senhor avalia o interesse dos alunos da EMUS pela m\u00fasica cl\u00e1ssica?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS <\/strong>&#8211; Continua forte. Quem vem estudar na Escola de M\u00fasica, vem porque ouviu, gostou e quer participar desse mundo. N\u00e3o temos queixas sobre o nosso curr\u00edculo. Nunca ouvi \u201cessa mat\u00e9ria \u00e9 muito chata, n\u00e3o quero fazer isso, quero aprender o arrocha, o pagode, e n\u00e3o Mozart\u201d. Acho que o interesse continua e est\u00e1 aumentando. Com o tempo esse interesse pela profissionaliza\u00e7\u00e3o vai refletir no p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 \u2013<\/em> H\u00e1 oportunidades no mercado para os estudantes de m\u00fasica cl\u00e1ssica?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; A gente sempre brinca que o m\u00fasico profissional n\u00e3o vai morrer de fome e provavelmente ele n\u00e3o vai ficar muito rico. Mas o mercado sempre teve e nunca foi enorme. Voc\u00ea tem na Bahia duas orquestras profissionais, a OSBA e a OSUFBA. Uma orquestra completa emprega 30 violinos, duas orquestras empregam ent\u00e3o 60. Esse seria o mercado de trabalho profissional para um violinista na Bahia. Ent\u00e3o se voc\u00ea pensar quantos empregos tem para m\u00e9dico, engenheiro, administrador de empresas, 60 \u00e9 nada.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126<\/em> \u2013 Qual a import\u00e2ncia do ax\u00e9 para o cen\u00e1rio musical?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; O ax\u00e9 tem o seu espa\u00e7o, que \u00e9 cada vez maior do ponto de vista mercadol\u00f3gico. Por\u00e9m, o ax\u00e9 trouxe uma coisa muito positiva para todos os m\u00fasicos profissionais: a amplia\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho. E isso n\u00e3o pode ser visto como negativo, por mais que voc\u00ea n\u00e3o goste da m\u00fasica, ou que voc\u00ea tenha uma cr\u00edtica musical ao produto. Existe mercado. O mercado de m\u00fasica cl\u00e1ssica \u00e9 restrito.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126<\/em> \u2013 As bandas filarm\u00f4nicas s\u00e3o importantes para a populariza\u00e7\u00e3o e acesso \u00e0 m\u00fasica cl\u00e1ssica na Bahia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS<\/strong> &#8211; Sim, principalmente no interior na Bahia, para as pessoas que n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 orquestra sinf\u00f4nica do estado. A orquestra \u00e9 do estado, mas n\u00e3o o atinge todo. S\u00f3 toca em Salvador, com pequenas incurs\u00f5es no interior, porque n\u00e3o tem or\u00e7amento para ficar mandando a orquestra tocar ali e acol\u00e1 todo dia. Ent\u00e3o o interior sofre demais com isso. E os interioranos s\u00e3o \u00e1vidos por m\u00fasica e n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o influenciados pela m\u00fasica popular como o soteropolitano \u00e9. Eles n\u00e3o est\u00e3o na fissura do ax\u00e9 como o soteropolitano. Ele adora m\u00fasica instrumental, adora tocar. Temos muitos alunos do interior do estado que vem estudar aqui.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 Uma vez o maestro Fred Dantas, em entrevista ao jornal A Tarde, que a filarm\u00f4nica \u00e9 a m\u00fasica cl\u00e1ssica brasileira. Voc\u00ea concorda?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS <\/strong>&#8211; N\u00e3o concordo totalmente com ele. A filarm\u00f4nica teve e tem um papel muito importante no interior, porque ela \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o musical que se dedica \u00e0 m\u00fasica n\u00e3o mercadol\u00f3gica no interior do Brasil. As cidades do interior n\u00e3o t\u00eam or\u00e7amento para manter uma orquestra sinf\u00f4nica, ou n\u00e3o tiveram interesse, at\u00e9 mesmo porque existia a filarm\u00f4nica &#8211; uma sociedade de amadores que n\u00e3o custava tanto para os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e que estava funcionando e atendendo \u00e0s necessidades musicais da cidade. As filarm\u00f4nicas produziram milhares de composi\u00e7\u00f5es, e isso tem um valor fant\u00e1stico, muita coisa tem que ser resgatada. Mas dizer a filarm\u00f4nica \u00e9 a m\u00fasica cl\u00e1ssica brasileira seria excluir uma s\u00e9rie de compositores, como Carlos Gomes, Villa Lobos, Carmargo Guanieri, que se dedicaram a escrever para orquestras sinf\u00f4nicas. Seria excluir muita gente boa que fez outra coisa e n\u00e3o filarm\u00f4nica. Mas ela comp\u00f5e, junto com outras coisas, o cen\u00e1rio da musica instrumental brasileira.<\/p>\n<p><strong><em>ID 126 <\/em>\u2013 Quais os benef\u00edcios da musica cl\u00e1ssica para o ser humano?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HKS <\/strong>&#8211; Existem muitas pesquisas que dizem que a m\u00fasica cl\u00e1ssica tem uma s\u00e9rie de benef\u00edcios. N\u00e3o sei at\u00e9 que ponto s\u00e3o cr\u00edveis e endossadas por pares acad\u00eamicos. Temos desde pesquisas que dizem que a vaca produz mais leite se estiver ouvindo Mozart, at\u00e9 estudos que apontam os benef\u00edcios da m\u00fasica cl\u00e1ssica para os beb\u00eas. Musicoterapia tem resultados interessantes e \u00e9 um campo que est\u00e1 sendo estudado, tem muito para descobrir. Sem d\u00favidas, a m\u00fasica tem um efeito sobre as pessoas. Voc\u00ea consegue imaginar sua vida sem m\u00fasica? Por mais que n\u00e3o seja profissional, nem tenha estudado um instrumento, ela est\u00e1 sempre presente na sua vida. Na internet, casamento, celular. Tudo \u00e9 m\u00fasica. \u00c9 uma ind\u00fastria fort\u00edssima, fatura mais que muitas outras. \u00c9 uma parte indissoci\u00e1vel do ser humano. Agora, que tipo de m\u00fasica, cada um escolhe a sua.<\/p>\n<p><strong>Continue lendo<\/strong><\/p>\n<p><a title=\"M\u00fasica cl\u00e1ssica conquista interesse dos soteropolitanos\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/musica-classica-conquista-interesse-dos-soteropolitanos\/\">M\u00fasica cl\u00e1ssica conquista interesse dos soteropolitanos<\/a><\/p>\n<p><a title=\"M\u00fasica cl\u00e1ssica na FM\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/musica-classica-na-fm\/\">M\u00fasica cl\u00e1ssica na FM<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Orquestras movimentam cen\u00e1rio da m\u00fasica cl\u00e1ssica em Salvador\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/orquestras-movimentam-cenario-da-musica-classica-em-salvador\/\">Orquestras movimentam cen\u00e1rio da m\u00fasica cl\u00e1ssica em Salvador<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Bandas filarm\u00f4nicas na Bahia\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/bandas-filarmonicas-na-bahia\/\">Bandas filarm\u00f4nicas na Bahia<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Jovens musicistas contam suas experi\u00eancias\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/jovens-musicistas-contam-suas-experiencias\/\">Assista: Jovens musicistas contam suas experi\u00eancias<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Momentos cl\u00e1ssicos\" href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/2011\/11\/21\/momentos-classicos\/\">Linha do tempo: Momentos cl\u00e1ssicos<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor da Escola de M\u00fasica da UFBA fala sobre OSUFBA, Neojib\u00e1, ax\u00e9 e m\u00fasica cl\u00e1ssica Por Camila Queiroz e Paula Amor &nbsp; Heinz Karl Schwebel foi o primeiro trompetista da Orquestra Sinf\u00f4nica da Bahia (OSBA). 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