{"id":28153,"date":"2016-05-04T09:38:52","date_gmt":"2016-05-04T12:38:52","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=28153"},"modified":"2016-09-10T15:26:20","modified_gmt":"2016-09-10T18:26:20","slug":"o-envelhecer-feminino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/o-envelhecer-feminino\/","title":{"rendered":"O envelhecer feminino"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><em>As mulheres tomaram a palavra, falaram com convic\u00e7\u00e3o e mostraram como \u00e9 o envelhecer para elas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><span style=\"color: #888888;\">Lorena Correia | Foto destaque: Montagem de Lorena Morgana<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo com os anos passando cada vez mais r\u00e1pido e o envelhecimento se prolongando, ser idosa para a professora Herm\u00ednia Freitas, 65, \u00e9 apenas uma consequ\u00eancia positiva da vida. Como nunca gostou de ir para sal\u00f5es ou fazer cirurgias, para ela ajeitar os cabelos cacheados e passar um bom batom j\u00e1 \u00e9 mais do que suficiente para se sentir bela.<\/p>\n<div id=\"attachment_28337\" style=\"width: 1370px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Mudancas-Terceira-Idade_Marco-Correia_18042016_011.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-28337\" class=\" wp-image-28337    \" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Mudancas-Terceira-Idade_Marco-Correia_18042016_011.jpg\" alt=\"\" width=\"1360\" height=\"2048\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Mudancas-Terceira-Idade_Marco-Correia_18042016_011.jpg 1360w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Mudancas-Terceira-Idade_Marco-Correia_18042016_011-199x300.jpg 199w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Mudancas-Terceira-Idade_Marco-Correia_18042016_011-680x1024.jpg 680w\" sizes=\"(max-width: 1360px) 100vw, 1360px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-28337\" class=\"wp-caption-text\">Para dona Herm\u00ednia seus cabelos grisalhos s\u00e3o luzes naturais | Foto do Labfoto: Marco Ant\u00f4nio Correia<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sorridente, enquanto mexe em seus cachos grisalhos, ela diz que vai ganhar dois netos este ano o que, para ela, \u00e9 mais um ponto importante em ser idosa e av\u00f3 tamb\u00e9m. \u201cNunca fiz cirurgia pl\u00e1stica e nunca gostei muito de pintar o cabelo, e para completar acho que fui privilegiada quando os meus brancos surgiram como se fossem luzes. Ent\u00e3o eu sempre brinco que eu fui presenteada com luzes naturais\u201d, ela confessa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, para outras, \u00e9 s\u00f3 o corpo come\u00e7ar a envelhecer, para os cuidados se tornarem ainda maiores. A rotina de muitas mulheres quando envelhecem passa a se dividir entre a casa, o trabalho, filhos, netos e mudan\u00e7as na pele e nos cabelos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP), aproximadamente 15% das mulheres acima dos 60 anos buscam a realiza\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas. Tudo por um rejuvenescimento facial, com a diminui\u00e7\u00e3o de manchas e rugas, atrav\u00e9s de cirurgias, cremes e um procedimento est\u00e9tico bastante procurado em cl\u00ednicas especializadas: a famosa toxina botul\u00ednica ou como \u00e9 popularmente conhecida, o <em>botox<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs mulheres acima dos 60 procuram mais rejuvenescer o rosto, fazem lifting de face (para tirar aquela \u2018papada\u2019 do pesco\u00e7o), al\u00e9m de procedimentos n\u00e3o cir\u00fargicos, como botox, para aliviar as rugas e cirurgia de p\u00e1lpebra, que ao passar do tempo \u00e0 pessoa tende a ficar com flacidez na parte superior do olho, o que atrapalha at\u00e9 a vis\u00e3o. E at\u00e9 os 40, 50 anos geralmente elas querem arrumar os seios, o abd\u00f4men\u201d, explica a cirurgi\u00e3 pl\u00e1stica e membro da SBCP, Fernanda Serra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio a uma vida corrida de trabalho e apresenta\u00e7\u00f5es como &#8216;fada&#8217;, a mestre de <a href=\"http:\/\/www.astrocentro.com.br\/blog\/espiritual\/o-que-e-reiki\" target=\"_blank\">reiki<\/a> e vendedora Odara Braun, 72, realiza interven\u00e7\u00f5es no corpo h\u00e1 quatro anos com o objetivo de se sentir mais leve e bem com seu pr\u00f3prio corpo. \u201cAcho que a idade n\u00e3o \u00e9 limite para nada. Uso botox, uma vez no ano para dar uma leveza. \u00c0s vezes a pessoa fica com a express\u00e3o cansada, e essa aplica\u00e7\u00e3o de botox real\u00e7a o rosto. Tamb\u00e9m fa\u00e7o limpeza de pele e fiz um procedimento chamado radiofrequ\u00eancia, que \u00e9 bom para a pele do abd\u00f4men, para n\u00e3o envelhecer e n\u00e3o ficar fl\u00e1cida\u201d, esclarece Odara.<\/p>\n<div id=\"attachment_28157\" style=\"width: 4618px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/DSC_0005.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-28157\" class=\" wp-image-28157    \" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/DSC_0005.jpg\" alt=\"\" width=\"4608\" height=\"3072\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-28157\" class=\"wp-caption-text\">Para sentir a apar\u00eancia mais leve, dona Odara faz o que for preciso | Foto: Andrey Oliveira<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realizar cirurgias pl\u00e1sticas exige grande cuidado e acompanhamento m\u00e9dico com o paciente, principalmente quando s\u00e3o mais idosas. Dessa forma, exames pr\u00e9-operat\u00f3rios s\u00e3o necess\u00e1rios, para se fazer uma triagem e verificar como est\u00e1 a sa\u00fade das pacientes, a fim de garantir que o procedimento d\u00ea certo. Quanto mais avan\u00e7ada \u00e0 idade, o surgimento de doen\u00e7as como hipertens\u00e3o e diabetes s\u00e3o mais frequentes. Entre os exames que geralmente s\u00e3o feitos, est\u00e3o o eletro e ecocardiograma, al\u00e9m dos laboratoriais. \u201cToda cirurgia pl\u00e1stica tem risco. \u00c9 fator fundamental, para fazer uma cirurgia, estar bem de sa\u00fade. Por isso investimos muito no pr\u00e9-operat\u00f3rio. N\u00e3o impede da pessoa operar se ela tiver alguma doen\u00e7a, mas que essa doen\u00e7a esteja controlada\u201d, conta a cirurgi\u00e3 Fernanda Serra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa vontade de querer mudar o pr\u00f3prio corpo come\u00e7a a fazer parte da vida de muitas mulheres em etapas diferentes da vida. Conforme a psic\u00f3loga M\u00e1rcia Teixeira, especialista em sa\u00fade coletiva, \u00a0aceitar a velhice ou querer alter\u00e1-la tem uma rela\u00e7\u00e3o com fatores comportamentais e tamb\u00e9m psicol\u00f3gicos. &#8220;O envelhecimento \u00e9 consequ\u00eancia da vida, por\u00e9m cada um o vivencia de um modo bem peculiar e de acordo com sua hist\u00f3ria. A mulher, principalmente, possui dificuldade para lidar com essa nova imagem que surge. Os padr\u00f5es de beleza tra\u00e7ados hoje em dia tornam o envelhecer ainda mais dif\u00edcil, e passamos a nos sentir velhas atrav\u00e9s do olhar do outro, sem termos experimentado, de fato e em verdade, as mudan\u00e7as que a velhice impunha&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Interven\u00e7\u00f5es reparadoras<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 quem pense que mulher s\u00f3 quer ir para cl\u00ednicas fazer cirurgias e melhorar a apar\u00eancia apenas por quest\u00f5es est\u00e9ticas. Por\u00e9m, h\u00e1 aquelas que procuram reparar um lado do rosto que \u00e9 diferente do outro, parar com o excesso de suor nas m\u00e3os e axilas (a chamada hiper-hidrose) ou diminuir as mamas por causa de uma insistente dor nas costas. E para combater esses problemas no corpo, a dist\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 um obst\u00e1culo, pois a cirurgia \u00e9 uma forma de melhorar a qualidade de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse \u00e9 o caso de Dona Joselina Ferreira. Aos 67 anos, ela saiu do munic\u00edpio de Tucano, no nordeste baiano, em mar\u00e7o deste ano, com destino a Salvador para obter a t\u00e3o esperada redu\u00e7\u00e3o dos seios. Movida pela busca de uma sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio e pelo fim das insistentes dores nas costas, Joselina juntou dinheiro e viajou para Salvador para realizar aquilo que queria desde mais jovem.<\/p>\n<div id=\"attachment_28156\" style=\"width: 1510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-28156\" class=\" wp-image-28156     \" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1500\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249.jpg 1500w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249-150x150.jpg 150w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249-300x300.jpg 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/1461541825249-1024x1024.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-28156\" class=\"wp-caption-text\">Antes e depois de dona Joselina que fez cirurgia para diminuir os seios | Fotos: Ana Lu\u00edsa<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNa juventude fui percebendo que minha mama direita era um pouco maior que a outra e eu sentia peso tamb\u00e9m. As roupas nunca ficavam bem. Eu sempre tinha vontade de fazer algo, mas nunca dava. Passei a juntar dinheiro e consegui fazer a cirurgia em mar\u00e7o. Ainda estou me recuperando, mas a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito boa, e aumentou a minha autoestima\u201d, diz Joselina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem casos em que um mesmo procedimento \u00e9 usado tanto para est\u00e9tica quanto para quest\u00f5es reparadoras. De acordo com a especialista em dermato-funcional, Marina Ribeiro,\u00a0o uso do botox pode se encaixar nesse caso. \u201cA pessoa tem uma ruga, ela quer minimizar aquela ruga, ent\u00e3o vai e aplica o botox. Mas tem pessoas que t\u00eam m\u00e1 simetria no rosto, um lado \u00e9 diferente do outro, um olho \u00e9 mais fechado do que o outro, uma parte da boca puxa mais do que a outra, ent\u00e3o elas n\u00e3o se identificam com aquele rosto. Aplica-se o mesmo botox que a outra aplicou para poder melhorar a ruga, por\u00e9m para deixar um lado parecido com o outro e ficar sim\u00e9trico. \u00c9 com o mesmo profissional, \u00e9 na mesma cl\u00ednica, mas nesse caso \u00e9 uma quest\u00e3o reparadora\u201d, ela explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cirurgias ou retoques feitos por mulheres acima dos 60 anos mostram que elas mudaram o comportamento. Elas modificaram aquele perfil das senhoras de antes, que costumavam viver em casa costurando ou cuidando dos netos. Hoje em dia est\u00e3o ainda mais ativas e realizam atividades que podem ser feitas independente da idade. \u201cAntes a mulher olhava muito para a fam\u00edlia, para seus fazeres dom\u00e9sticos e n\u00e3o olhava muito para si. Elas se dedicavam mais para os outros, e hoje elas conseguem se dedicar mais para elas, mesmo com as v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es que possuem\u201d, conclui Ribeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estudos sobre o envelhecer feminino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Salvador, o N\u00facleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Neim), que atua na Universidade Federal da Bahia desde 1983, realiza pesquisas e teorias sobre causas feministas. Fundadora do N\u00facleo, a professora de sociologia Alda Motta \u00e9 um exemplo da atividade e disposi\u00e7\u00e3o em mulheres que passaram dos 60 anos.<\/p>\n<div id=\"attachment_28158\" style=\"width: 1450px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/20160415_173555.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-28158\" class=\" wp-image-28158    \" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/20160415_173555.jpg\" alt=\"\" width=\"1440\" height=\"2277\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/20160415_173555.jpg 1440w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/20160415_173555-189x300.jpg 189w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/20160415_173555-647x1024.jpg 647w\" sizes=\"(max-width: 1440px) 100vw, 1440px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-28158\" class=\"wp-caption-text\">Para a professora e pesquisadora Alda Motta, o envelhecer \u00e9 apenas uma fase | Foto: Lorena Correia<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aos 84 anos, Alda permanece a todo vapor com suas pesquisas, livros e artigos sobre assuntos ligados \u00e0 mulher, mas principalmente sobre o tema velhice. \u201cUma coisa que me preocupa nisso [ser idosa] \u00e9 o modo como a mulher \u00e9 tratada, do que se tem ou n\u00e3o cabelo branco. Uma mulher idosa \u00e9 uma mulher que viveu mais do que outras, que tem experi\u00eancias a mais. Vejo a velhice como um prolongamento da vida\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Neim j\u00e1 se desdobrou em v\u00e1rios fluxos, sendo mais do que um instituto\u00a0da mulher, mas de g\u00eanero. Come\u00e7ou com a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, e agora tem mestrado e doutorado em g\u00eanero e feminismo. Alda Motta tem v\u00e1rias linhas de pesquisa sobre desigualdade e alteridade, sobre a quest\u00e3o de g\u00eanero, de idade e gera\u00e7\u00e3o, e a quest\u00e3o do envelhecimento. E ap\u00f3s anos de pesquisa, demonstra que a dificuldade de muitas pessoas em se aceitar ou aceitar o outro como idoso \u00e9 o peso que a pr\u00f3pria palavra \u201cvelhice\u201d carrega, mesmo com tantas atividades ou cursos voltados para este tipo de p\u00fablico atualmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUma pessoa h\u00e1 alguns anos me perguntou, \u2018voc\u00ea ainda est\u00e1 na ativa?\u2019, tive aquele rompante, e disse que escreveria um artigo intitulado \u201cAinda\u201d. Que de repente \u00e9 assim mesmo: ainda trabalhando, ainda viajando sozinha, ainda escrevendo, ainda mil coisas. E a gente \u00e9 a mesma pessoa que sempre foi\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vis\u00e3o de mulheres sobre a velhice e as suas principais a\u00e7\u00f5es para dribl\u00e1-la. Enquanto umas aceitam o corpo e suas transforma\u00e7\u00f5es naturalmente, outras preferem mudar para se sentirem melhor.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":28484,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1245,1881,2259,2260],"acf":[],"aioseo_notices":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O envelhecer feminino - Impressao Digital 126<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/o-envelhecer-feminino\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O envelhecer feminino - Impressao Digital 126\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A vis\u00e3o de mulheres sobre a velhice e as suas principais a\u00e7\u00f5es para dribl\u00e1-la. 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