{"id":34646,"date":"2017-12-23T14:47:03","date_gmt":"2017-12-23T17:47:03","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=34646"},"modified":"2018-01-19T19:39:26","modified_gmt":"2018-01-19T22:39:26","slug":"o-outro-lado-da-maternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/o-outro-lado-da-maternidade\/","title":{"rendered":"O outro lado da maternidade"},"content":{"rendered":"<p><em>Desenvolver o transtorno \u00e9 mais comum do que se imagina: uma em cada quatro brasileiras sofrem do problema<\/em><\/p>\n<p>A maternidade \u00e9 considerada um dos momentos mais aguardados na vida de uma mulher. Todo o desenvolvimento, desde o descobrimento da gravidez at\u00e9 o nascimento do beb\u00ea \u00e9 um processo que gera expectativas, n\u00e3o somente para a m\u00e3e, como para algumas pessoas que a cercam. A quest\u00e3o \u00e9 que, rodeada de simbolismos, a maternidade \u00e0s vezes pode ser um momento extremamente complicado para algumas delas, sobretudo para as que passam pela depress\u00e3o p\u00f3s-parto (DPP).<\/p>\n<p>Desde que se tem not\u00edcia, a press\u00e3o sobre o papel de \u201cser m\u00e3e\u201d coloca uma sobrecarga sobre a popula\u00e7\u00e3o feminina. Devido a isso, se constr\u00f3i em torno dessa figura uma expectativa que exige dela certos sacrif\u00edcios, como por exemplo, estar incondicionalmente feliz com o pr\u00e9 e p\u00f3s-processo gestacional. Dessa forma, em pleno s\u00e9culo XXI, ainda \u00e9 tabu falar de um transtorno que vai contra todo esse estado de \u201cfesta\u201d deveria pela chegado de um beb\u00ea.<\/p>\n<blockquote>\n<h3>\u201c\u00c0s vezes eu n\u00e3o queria nem ver, \u00e9 horr\u00edvel! Estava desmotivada, n\u00e3o tinha interesse e nem vontade. Muita gente acha que \u00e9 frescura\u201d, desabafa a pedagoga Elma Roberta<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>Uma das vertentes da depress\u00e3o, a DPP \u00e9 um assunto pouco discutido, mas que merece aten\u00e7\u00e3o. Segundo apontou uma pesquisa feita pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz em 2016, mais de 25% das mulheres brasileiras desenvolve Depress\u00e3o P\u00f3s-parto, que se caracteriza como um dist\u00farbio que causa uma forte melancolia e afeta o v\u00ednculo entre a m\u00e3e e a crian\u00e7a. A mulher com esse transtorno pode n\u00e3o sentir afeto pelo rec\u00e9m-nascido, n\u00e3o ter vontade de amamentar nem de cuidar do filho, e em alguns extremos, perde at\u00e9 mesmo a vontade de viver. A depress\u00e3o p\u00f3s-parto tamb\u00e9m altera o humor da m\u00e3e, que tende a se isolar.<\/p>\n<p>O estudo entrevistou 23.896 mulheres no pa\u00eds, no per\u00edodo de 6 a 8 meses ap\u00f3s o nascimento do beb\u00ea. Em Salvador, ainda n\u00e3o h\u00e1 dados sobre o caso, fato que dificulta a procura por tratamento, que \u00e9 feito atrav\u00e9s de acompanhamento psicol\u00f3gico e, em situa\u00e7\u00f5es mais graves, com uso de medicamentos. Mas, afinal, por que algumas mulheres desenvolvem DPP?<\/p>\n<p><strong>Sou m\u00e3e, e agora?<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_34649\" style=\"width: 408px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34649\" class=\"size-medium wp-image-34649\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/EvelimCristina-398x400.jpg\" alt=\"\" width=\"398\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/EvelimCristina-398x400.jpg 398w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/EvelimCristina-200x200.jpg 200w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/EvelimCristina-768x773.jpg 768w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/EvelimCristina.jpg 954w\" sizes=\"(max-width: 398px) 100vw, 398px\" \/><p id=\"caption-attachment-34649\" class=\"wp-caption-text\">Ap\u00f3s sofrer de DPP na 1\u00ba gesta\u00e7\u00e3o, Evelim teve mais dois filhos (Foto: Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p>Desde crian\u00e7a, mulheres s\u00e3o ensinadas a serem m\u00e3es. Ainda meninas, brincam de boneca e mal percebem como s\u00e3o moldadas e preparadas para esse momento, como se ele fosse ocorrer de forma compuls\u00f3ria e obrigat\u00f3ria. Quando ele, de fato, acontece, o que se espera delas \u00e9 que sejam incondicionalmente amorosas e que estejam felizes durante todo o processo gestacional, afinal, ele \u00e9 considerado uma \u201cben\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A dona de casa Evelim Cristina, residente em Salvador, tinha 19 anos quando ficou gr\u00e1vida pela primeira vez. Naquela \u00e9poca, ainda muito jovem, entrou em conflito com si mesma, pois n\u00e3o se sentia preparada para ser m\u00e3e, e n\u00e3o desejava ainda ter um filho. Apesar disso, levou a gravidez adiante. No entanto, o sentimento n\u00e3o mudou muito ap\u00f3s o parto. \u201cEu achava que n\u00e3o gostava da crian\u00e7a, por isso estava rejeitando meu filho\u201d, contou ela.<\/p>\n<p>Evelim se culpava por n\u00e3o ter desenvolvido la\u00e7os afetivos com a crian\u00e7a, e conta que, durante aquele per\u00edodo, tinha fortes dores de cabe\u00e7a, n\u00e3o gostava de ficar muito tempo sozinha, n\u00e3o queria dar mama ao filho e n\u00e3o aguentava nem mesmo ouvir o choro da crian\u00e7a. Por causa desse comportamento, a dire\u00e7\u00e3o do hospital onde ela teve o beb\u00ea resolveu intervir. \u201cAs enfermeiras da Maternidade Clim\u00e9rio de Almeida falaram com a psic\u00f3loga e ela veio falar comigo\u201d, disse ela. A jovem ainda chegou a frequentar algumas consultas e passou a tomar um medicamento para se manter mais calma.<\/p>\n<p>No entanto, mesmo com a interven\u00e7\u00e3o medicamentosa, Evelim ainda se mantinha distante do beb\u00ea. Al\u00e9m disso, alguns fatores contribu\u00edam para o estado dela. \u201cEu n\u00e3o <em>tava<\/em> com o pai do meu filho e nem tinha muito apoio da minha fam\u00edlia\u201d, desabafa. Cinco anos depois, Evelim lembra da hist\u00f3ria com muito pesar e culpa, pois mesmo com as tentativas, n\u00e3o conseguiu manter uma boa rela\u00e7\u00e3o com o filho. \u201cEntreguei ele ao pai quando tinha dois meses. Eu tive mais duas crian\u00e7as e tamb\u00e9m passei por um pouco de dificuldade no in\u00edcio, senti tudo de novo. Mas, n\u00e3o consigo me aproximar do meu primeiro filho e n\u00e3o consigo ir at\u00e9 o fim do tratamento\u201d, completa a jovem, que ressalta ainda que n\u00e3o gosta de falar sobre o assunto.<\/p>\n<p>O caso de Evelim n\u00e3o \u00e9 isolado e segundo o estudo da Fiocruz, v\u00e1rias caracter\u00edsticas a colocam dentro das estat\u00edsticas, j\u00e1 que, de acordo com elas, a maioria das mulheres que sofrem do transtorno no Brasil s\u00e3o da cor parda, tem em m\u00e9dia 25 anos, baixa condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, h\u00e1bitos n\u00e3o saud\u00e1veis, j\u00e1 tinham outros filhos ou n\u00e3o planejaram a gravidez.<\/p>\n<p>A pedagoga Elma Roberta Rodrigues, tamb\u00e9m moradora da capital baiana, passou por uma situa\u00e7\u00e3o semelhante ao ser diagnosticada com DPP. Ela enfrentou o problema em sua primeira gravidez, aos 28 anos. Na ocasi\u00e3o, descobriu que estava gr\u00e1vida j\u00e1 aos cinco meses de gesta\u00e7\u00e3o. \u201cNa \u00e9poca meu ex-marido, pai da minha filha, achava que eu sabia que estava gr\u00e1vida e estava escondendo. Ent\u00e3o, dos cinco aos nove meses, foi um per\u00edodo muito dif\u00edcil e de muito estresse\u201d, relata a pedagoga.<\/p>\n<p>Elma percebeu algo de errado cerca de duas semanas depois do parto, quando come\u00e7ou a se sentir muito triste. Ela, por\u00e9m, j\u00e1 tinha desconfian\u00e7a de que estava enfrentando uma depress\u00e3o p\u00f3s-parto, pois j\u00e1 havia ouvido falar do assunto. \u201cEu gosto muito de ler e de me manter informada, ent\u00e3o eu sabia mais ou menos. Mas, a gente nunca acha que vai acontecer com a gente. Eu colocava na minha cabe\u00e7a que n\u00e3o podia ser uma depress\u00e3o\u201d, conta.<\/p>\n<p>Com o tempo, Elma j\u00e1 apresentava os sintomas, como muita ang\u00fastia, tristeza, choro constante e tinha medo de sair da cama. A condi\u00e7\u00e3o de melancolia a fazia se sentir culpada, pois sabia que a filha precisava de seus cuidados. \u201cEu tinha muito medo e vergonha de procurar ajuda, minha m\u00e3e que percebeu minha situa\u00e7\u00e3o e falou com uma tia minha, que quis me ajudar\u201d.<\/p>\n<p>Perguntada sobre os motivos que podem ter desencadeado o transtorno, Elma descarta a hip\u00f3tese da press\u00e3o sobre \u201cser m\u00e3e\u201d. Conta que o momento da maternidade era muito esperado por ela, e que, inicialmente, gostava muito de cuidar da filha. Com o passar dos dias, Elma soube que precisava buscar ajuda, pois a ang\u00fastia havia aumentado e se sentia cada vez mais distante do beb\u00ea. \u201c\u00c0s vezes eu n\u00e3o queria nem ver, \u00e9 horr\u00edvel! Estava desmotivada, n\u00e3o tinha interesse e nem vontade. Muita gente acha que \u00e9 frescura\u201d, desabafa a pedagoga.<\/p>\n<div id=\"attachment_34648\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34648\" class=\"size-medium wp-image-34648\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/ElmaRoberta-300x400.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/ElmaRoberta-300x400.jpg 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/ElmaRoberta.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-34648\" class=\"wp-caption-text\">Elma Roberta em sua primeira gravidez. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/p><\/div>\n<p>Ap\u00f3s procurar por ajuda, Elma foi obteve a confirma\u00e7\u00e3o da DPP. O tratamento da mesma incluiu passagem por psic\u00f3logo, psicoterapeuta e neurologista e tamb\u00e9m chegou a tomar medica\u00e7\u00f5es indicadas. Ela diz que se sentiu \u201caliviada\u201d, pois com o procedimento, p\u00f4de evoluir e retomar parte de sua vida, j\u00e1 que a depress\u00e3o tinha afetado sua vida drasticamente; ela j\u00e1 n\u00e3o tinha mais vontade de se alimentar, n\u00e3o dormia e por vezes, nem queria levantar da cama. Seu tratamento tamb\u00e9m incluiu terapia ocupacional.<\/p>\n<p>Apesar do per\u00edodo turbulento que enfrentou, Elma diz que hoje, aos 35 anos, tem uma \u00f3tima rela\u00e7\u00e3o com a filha. A pedagoga ressalta que, com a experi\u00eancia, procura ver a situa\u00e7\u00e3o das pessoas com novos olhos. \u201cA depress\u00e3o \u00e9 algo muito dif\u00edcil\u201d, completa, ao afirmar que tem vontade de ajudar outras que enfrentam o mesmo problema.<\/p>\n<p>As hist\u00f3rias de Evelim e Elma deixam em evid\u00eancia um fator muito fundamental: a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico. S\u00f3 atrav\u00e9s dele \u00e9 poss\u00edvel confirmar o transtorno de DPP e, dessa forma, iniciar o tratamento, que, na maioria das vezes, costuma ser altamente eficaz.<\/p>\n<p><strong>Baby Blues x DPP<\/strong><\/p>\n<p>Ainda que um dos sintomas do transtorno seja o estado de melancolia atravessado pela m\u00e3e, \u00e9 importante ressaltar que, nem toda tristeza aguda ap\u00f3s a gravidez signifique, necessariamente, que a mulher est\u00e1 com DPP. Segundo a Dra. Fernanda Andrade Leal, psic\u00f3loga e pesquisadora da \u00e1rea, existe uma diferen\u00e7a entre esse tipo espec\u00edfico de depress\u00e3o e outra doen\u00e7a comportamental chamada de Baby Blues, conhecida tamb\u00e9m como tristeza materna. \u201c\u00c9 um quadro muito semelhante de humor depressivo e os sintomas s\u00e3o muito parecidos. A gente diferencia entre um e outro quando tem esse fator que incide sobre o beb\u00ea, quando o v\u00ednculo entre ele e a m\u00e3e fica um pouco afetado\u201d, esclarece a profissional.<\/p>\n<p>Ela explica que v\u00e1rios fatores podem ajudar a desencadear o problema e geralmente vem de um hist\u00f3rico pr\u00e9vio, como uma patologia mental anterior \u2013 nem sempre necessariamente a depress\u00e3o \u2013, o relacionamento com o parceiro que n\u00e3o est\u00e1 muito bem, ou uma rela\u00e7\u00e3o conturbada com a pr\u00f3pria m\u00e3e da gestante. Todos esses fatores de risco formam um ambiente prop\u00edcio para desenvolver o problema. Segundo a doutora, outros aspectos como ansiedade podem tamb\u00e9m contribuir, mas, na maioria dos casos, se deve \u00e0 condi\u00e7\u00e3o familiar.<\/p>\n<blockquote>\n<h3>\u201cElas n\u00e3o querem ser taxadas como m\u00e3es que deprimiram no p\u00f3s-parto, pois isso \u00e9 visto de forma extremamente negativa, ent\u00e3o trabalhamos essa quest\u00e3o da \u2018culpa\u2019\u201d, diz a psic\u00f3loga Fernanda Leal<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>Fernanda tamb\u00e9m acredita que a press\u00e3o sobre a figura da m\u00e3e funciona como um dos fatores mais agravantes. \u201cExiste o \u2018mito materno\u2019 e essa idealiza\u00e7\u00e3o pode aumentar as chances de desenvolvimento de uma patologia. A m\u00e3e j\u00e1 se encontra em um estado de vulnerabilidade ps\u00edquica, ou seja, est\u00e1 sens\u00edvel emocionalmente e essa exig\u00eancia social piora o estado dela\u201d, exemplifica.<\/p>\n<p>Diferente do Baby Blues, onde n\u00e3o h\u00e1 necessidade do uso de rem\u00e9dio, a DPP alia a medica\u00e7\u00e3o ao tratamento psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico. Para tratar as mulheres diagnosticadas, a especialista explica que \u00e9 necess\u00e1rio, inicialmente, trabalhar a autoestima da m\u00e3e. \u201cElas n\u00e3o querem ser taxadas como m\u00e3es que deprimiram no p\u00f3s-parto, pois isso \u00e9 visto de forma extremamente negativa, ent\u00e3o trabalhamos essa quest\u00e3o da \u2018culpa\u2019\u201d, diz Fernanda.<\/p>\n<div id=\"attachment_34690\" style=\"width: 331px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34690\" class=\"wp-image-34690\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/PsicologaFernandaLeal3-2.jpg\" alt=\"\" width=\"321\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/PsicologaFernandaLeal3-2.jpg 1280w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/PsicologaFernandaLeal3-2-711x400.jpg 711w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/PsicologaFernandaLeal3-2-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/><p id=\"caption-attachment-34690\" class=\"wp-caption-text\">A psic\u00f3loga Fernanda Leal atende mulheres com depress\u00e3o p\u00f3s-parto<\/p><\/div>\n<p>Como qualquer outra forma de depress\u00e3o, a do p\u00f3s-parto pode levar meses para um tratamento efetivo e depende muito da imediata procura por ajuda. Quanto mais cedo o diagn\u00f3stico \u00e9 feito, mais r\u00e1pido o transtorno pode ser revertido. O que se busca com ele \u00e9 melhorar a rela\u00e7\u00e3o entre a m\u00e3e e o beb\u00ea, al\u00e9m da sa\u00fade da pr\u00f3pria mulher, que pode perder o apetite ou o sono. \u201cJ\u00e1 atendi algumas mulheres que tiveram a Depress\u00e3o P\u00f3s-parto. Algumas delas eram encaminhadas pelo psiquiatra e outras vinham diretamente para o meu consult\u00f3rio. Uma delas j\u00e1 veio por indica\u00e7\u00e3o de um pediatra, e, como estava bem no in\u00edcio, ela logo come\u00e7ou o tratamento e n\u00e3o precisou ser medicada. Todas as outras tiveram que tomar medica\u00e7\u00e3o\u201d, conta Fernanda. \u201c\u00c9 um transtorno de humor, ent\u00e3o, a mulher que se trata pode ficar bem depois. \u00c0s vezes pode ter consequ\u00eancias na rela\u00e7\u00e3o dela com o beb\u00ea, mas tem cura\u201d, completa a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p><strong>Pouca informa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo que a depress\u00e3o p\u00f3s-parto atinja uma porcentagem alta de mulheres, pouco se fala sobre o assunto. Na Bahia, os estudos e pesquisas sobre o tema s\u00e3o altamente limitados e nem o Conselho Regional de Psicologia compila dados sobre este transtorno.<\/p>\n<p>Iniciada uma procura por pesquisas do tipo no estado da Bahia, a Rede T\u00e9cnica Sa\u00fade da Mulher indicou a Rede Cegonha Salvador, uma estrat\u00e9gia do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, operacionalizada pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), fundamentada nos princ\u00edpios da humaniza\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia, al\u00e9m de garantir \u00e0s mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, \u00e0 aten\u00e7\u00e3o humanizada \u00e0 gravidez, parto e puerp\u00e9rio, de acordo com a Secretaria Municipal de Sa\u00fade (SMS). Por\u00e9m, n\u00e3o h\u00e1 estudos de caso aprofundados sobre a DPP.<\/p>\n<p>Em Salvador, segundo apura\u00e7\u00e3o feita pela reportagem, o que se sabe \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 especificidade sobre os diagn\u00f3sticos desse transtorno, j\u00e1 que o CID usado para busca \u2013 F53, Transtornos mentais e comportamentais associados ao puerp\u00e9rio, n\u00e3o classificados em outra parte \u2013, n\u00e3o est\u00e1 relacionado somente a depress\u00e3o p\u00f3s-parto. Sendo assim, n\u00e3o tem garantia que o quantitativo que aparecer de atendimento ou interna\u00e7\u00e3o tem a ver exatamente com esse problema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desenvolver a depress\u00e3o p\u00f3s-parto \u00e9 mais comum do que se imagina: uma em cada quatro brasileiras sofrem do problema. 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