{"id":34867,"date":"2018-01-31T12:59:42","date_gmt":"2018-01-31T15:59:42","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=34867"},"modified":"2018-02-08T11:16:31","modified_gmt":"2018-02-08T14:16:31","slug":"hip-hop-danca-machismo-e-luta-conheca-ceia-a-primeira-b-girl-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/hip-hop-danca-machismo-e-luta-conheca-ceia-a-primeira-b-girl-do-brasil\/","title":{"rendered":"Hip hop, dan\u00e7a, machismo e luta: conhe\u00e7a a b-girl Ceia"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nascida em Porto Alegre, ela j\u00e1 foi quase assassinada por conta do machismo. Hoje, luta contra ele levando arte e feminismo para o mundo em suas competi\u00e7\u00f5es<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Claudiss\u00e9ia Santos, 36, \u00e9, antes de tudo, mulher. \u00a0N\u00e3o apenas mulher, mas mulher brasileira. Conhecida como B-Girl Ceia, \u00e9 dan\u00e7arina de break h\u00e1 11 anos e j\u00e1 rodou o Brasil inteiro, bem como boa parte do mundo, espalhando sua arte. Em meio a sua trajet\u00f3ria, esbarrou no machismo. Esbarrou n\u00e3o, foi espancada por ele, esfaqueada e quase assassinada pelo marido, durante os 10 anos de relacionamento. Nascida em Porto Alegre, Ceia n\u00e3o gostava de dan\u00e7a desde pequena e nem come\u00e7ou por influ\u00eancia dos pais. Nada de roteiro pr\u00e9-definido. Foi, como dizem os c\u00e9ticos, por acaso. H\u00e1 tamb\u00e9m quem chame de destino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com um nome j\u00e1 consolidado na cena do break, \u00e9 dif\u00edcil encontrar dan\u00e7arinas que n\u00e3o a conhe\u00e7am. Aos quase 12 anos de carreira, ela j\u00e1 representou o Rio Grande do Sul em diversas competi\u00e7\u00f5es nacionais. E j\u00e1 ultrapassou as fronteiras brasileiras. \u201cCheguei no hip hop s\u00f3 em 2006 e mesmo assim fui pioneira em muitas coisas. Consegui sair do pa\u00eds e competir l\u00e1 fora\u201d, comenta emocionada. A competi\u00e7\u00e3o a que se refere \u00e9 o Top B-boy, uma das mais importantes premia\u00e7\u00f5es de break do mundo, que aconteceu no ano de 2012, em Santiago, no Chile. Ela era a \u00fanica brasileira na competi\u00e7\u00e3o e foi a primeira do pa\u00eds a chegar l\u00e1. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro marco importante foi sua participa\u00e7\u00e3o no Batom Battle, em 2015, um evento em que pela primeira vez o break foi protagonizado apenas por mulheres. \u201cAcabei saindo porque, depois de um tempo, homens come\u00e7aram a participar\u201d, confessa.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_34879\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34879\" class=\"size-full wp-image-34879\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceiaa.jpeg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceiaa.jpeg 640w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceiaa-267x400.jpeg 267w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><p id=\"caption-attachment-34879\" class=\"wp-caption-text\">A artista conquistou um lugar importante no hip hop e no feminismo (acervo pessoal)<\/p><\/div>\n<p><b>O in\u00edcio<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao saber de uma oficina de hip hop, Ceia se interessou em levar os seus tr\u00eas filhos para participarem <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> mas quem se apaixonou pela dan\u00e7a foi ela. Com quatro meses frequentando, entrou para a Restinga Crew, grupo de hip hop da periferia de Porto Alegre. Aos 26 anos, a jovem nunca tinha tido experi\u00eancia com nenhum outro tipo de dan\u00e7a na vida. \u201cEu s\u00f3 queria aprender alguns passos de dan\u00e7a, mas quando notei que o grupo era composto por 15 homens e s\u00f3 uma mulher, questionei o motivo\u201d. A resposta foi o incentivo que precisava: \u201cera uma dan\u00e7a muito dif\u00edcil para mulheres\u201d, disse. E foi a\u00ed que decidiu come\u00e7ar a carreira. \u201cEu, que sofri viol\u00eancia dom\u00e9stica por anos, dei risada da resposta. Isso n\u00e3o \u00e9 nada para mim\u201d, acrescenta. E basta conhecer um pouco dessa hist\u00f3ria para concordar com ela.<\/span><\/p>\n<p><b>Viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O dia tem 24 horas. Em cada uma delas, 503 mulheres, aproximadamente, s\u00e3o agredidas no Brasil, segundo dados do Instituto Datafolha em 2017. Ao total, s\u00e3o mais de 12 mil por dia. Durante 10 anos, Ceia fez parte dessa estat\u00edstica. Foram 36 ocorr\u00eancias e 3 tentativas de homic\u00eddio. Al\u00e9m dos murros, tapas e empurr\u00f5es, facadas tamb\u00e9m est\u00e3o na lista. Tudo isso, com tr\u00eas crian\u00e7as envolvidas. \u201cQuando decidi me separar, ganhei a guarda das crian\u00e7as e ele foi proibido de v\u00ea-las\u201d, relata. A \u00faltima not\u00edcia que teve do ex-marido foi em 2016, atrav\u00e9s da irm\u00e3 dele. Depois disso, o criminoso, que tamb\u00e9m tinha rela\u00e7\u00e3o com o tr\u00e1fico de drogas, desapareceu.<\/span><\/p>\n<p><b>Restinga Crew<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A rela\u00e7\u00e3o da b-girl com o grupo durou quatro anos. A sa\u00edda aconteceu quando ela percebeu que estava sendo boicotada pelos pr\u00f3prios colegas. \u201cResisti o tempo inteiro, nos dois primeiros anos n\u00e3o ganhei um real dan\u00e7ando, foi muito dif\u00edcil. A minha fam\u00edlia era totalmente contra, e eu entendia que fossem, menos a minha crew\u201d, desabafa a artista que enfrentou julgamentos da fam\u00edlia, principalmente de sua m\u00e3e, com quem hoje tem uma rela\u00e7\u00e3o mais tranquila. Ela tamb\u00e9m diz que sua opini\u00e3o nunca era levada em conta nas decis\u00f5es do grupo e que sempre era subestimada. Foi a\u00ed que ela decidiu abandon\u00e1-los para treinar sozinha e trocou o est\u00fadio pela cozinha de sua casa. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante o tempo que passou na crew &#8211; nome dado aos grupos de dan\u00e7a &#8211; ela se apresentou em uma escola. Dois anos depois, foi convidada pela diretora para dar oficinas de dan\u00e7a para as crian\u00e7as. Profissionalmente, isso abriu muitas portas. \u201cLogo eu estava em outra escola no bairro, depois me chamaram para dar aulas em outras regi\u00f5es, na Zona Norte, Zona Leste. Fiz a minha rotina e comecei a me manter financeiramente\u201d, conta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao sair da Restinga Crew, passou a frequentar outros grupos, mas n\u00e3o entrou em nenhum, s\u00f3 participava dos treinos. A dan\u00e7arina diz que percorrer outros espa\u00e7os foi muito importante para seu desenvolvimento profissional. \u201cNo momento que conheci outras crews, com outros estilos, de fato constru\u00ed a minha dan\u00e7a. Cada um tem um perfil muito diferente e conhecer outros agregou ao meu trabalho\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_34872\" style=\"width: 2058px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34872\" class=\"wp-image-34872 size-full\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceia-santos.jpg\" alt=\"\" width=\"2048\" height=\"1536\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceia-santos.jpg 2048w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceia-santos-533x400.jpg 533w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceia-santos-768x576.jpg 768w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ceia-santos-1600x1200.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 2048px) 100vw, 2048px\" \/><p id=\"caption-attachment-34872\" class=\"wp-caption-text\">(Acervo pessoal)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Feminismo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rap, break e grafite. Para a artista, esses s\u00e3o os tr\u00eas elementos do hip hop. Al\u00e9m do g\u00eanero, outra coisa em comum: machismo. \u201cL\u00e1 no final de 2008 percebi que a participa\u00e7\u00e3o da mulher na cultura hip hop era muito importante, entrei em projetos e me tornei militante\u201d, afirma. Desde ent\u00e3o, quando se deu conta que estava inserida em um espa\u00e7o predominantemente masculino, ela se considera feminista. \u201cNunca fomos protagonistas, hoje o cen\u00e1rio \u00e9 um pouco diferente, evolu\u00edmos de certa forma, mas na hora que a mulher come\u00e7a a ter um posicionamento mais forte dentro do hip hop, o machismo aparece\u201d, observa<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, Ceia faz parte da Frente Nacional Mulheres no Hip Hop e participa ativamente do coletivo, que busca fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas de g\u00eanero. Al\u00e9m disso, \u00e9 l\u00edder comunit\u00e1ria do seu bairro, que fica na periferia de Porto Alegre. \u201cFicamos em cima da prefeitura. Nos preocupamos muito com a seguran\u00e7a e com infraestrutura, principalmente por causa das crian\u00e7as\u201d, ressalta. <\/span><\/p>\n<p><b><br \/>\n<\/b><b>F\u00f3rum Social Mundial <\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O F\u00f3rum Social Mundial (FSM) \u00e9 um evento mundial, produzido por movimentos sociais de todos os continentes. Seu principal objetivo \u00e9 pensar alternativas para uma transforma\u00e7\u00e3o social global. Esse ano, a 18\u00b0 edi\u00e7\u00e3o acontece na capital baiana. \u201cTenho ido para Salvador uma vez por m\u00eas. J\u00e1 participo h\u00e1 seis edi\u00e7\u00f5es. Aprendi muito de luta pol\u00edtica e social nele\u201d, comenta ela, que faz parte da organiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O dia 16 est\u00e1 programado para ser o dia da mulher no FSM e a b-girl tem v\u00e1rios planos para a data. Claro que o hip hop n\u00e3o podia ficar de fora. \u201cO hip hop em Salvador \u00e9 inserido no contexto cultural, por\u00e9m, ele est\u00e1 fora do contexto social e pol\u00edtico, \u00a0que \u00e9 o que o evento trabalha. Eu espero que o F\u00f3rum deixe o seu legado na cidade. Vai ser um divisor de \u00e1guas\u201d, observa. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o tema \u201cResistir \u00e9 Criar, Resistir \u00e9 Transformar\u201d, o F\u00f3rum Social Mundial acontece entre os dias 13 e 17 de mar\u00e7o, na Universidade Federal da Bahia (UFBA).<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"B.Girl Ceia Santos 2017\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2I2ki5816Rg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascida em Porto Alegre, ela j\u00e1 foi quase assassinada por conta do machismo. 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