{"id":36591,"date":"2019-10-14T18:12:56","date_gmt":"2019-10-14T21:12:56","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=36591"},"modified":"2019-11-18T09:57:16","modified_gmt":"2019-11-18T12:57:16","slug":"20-anos-apos-cota-mulheres-permanecem-em-desvantagem-na-politica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/20-anos-apos-cota-mulheres-permanecem-em-desvantagem-na-politica\/","title":{"rendered":"20 anos ap\u00f3s cota, mulheres permanecem em desvantagem na pol\u00edtica"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Projeto de lei amea\u00e7a reserva de 30% destinada a candidaturas femininas nos partidos<\/h3>\n\n\n\n<p>Por Carlos Magno e Th\u00eddila Salim, 14 de outubro de 2019<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a concess\u00e3o do direito ao voto, em 1932, \u00e0 primeira mulher eleita para presidente em 2010, Dilma Roussef, a participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica brasileira \u00e9 tema de acirradas discuss\u00f5es. Apesar dos avan\u00e7os, a ocupa\u00e7\u00e3o de mulheres em cargos de poder ainda \u00e9 escassa comparada a de homens. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 98 a 2018 o n\u00famero de candidaturas femininas para a C\u00e2mara dos Deputados totalizou um aumento de 21,8%. A inser\u00e7\u00e3o de mulheres na C\u00e2mara \u00e9 ainda mais baixa. As mulheres representavam apenas 5,6% dos deputados em 1998, a ocupa\u00e7\u00e3o subiu para 15% em 2018.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/gr\u00e1fico-2-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-36904\" width=\"344\" height=\"193\"\/><figcaption>Composi\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara dos Deputados &#8211; 2018<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/gr\u00e1fico-1-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-36905\" width=\"344\" height=\"193\"\/><figcaption>Composi\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara dos Deputados &#8211; 1998<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mesmo diante deste cen\u00e1rio, o <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/proposicoesWeb\/fichadetramitacao?idProposicao=2204052\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Projeto de Lei (PL) 2996\/19<\/a>, elaborado pela Deputada Federal Renata Abreu (PODE-SP), visa extinguir a determina\u00e7\u00e3o contida na <a href=\"http:\/\/www.tse.jus.br\/legislacao\/codigo-eleitoral\/lei-das-eleicoes\/lei-das-eleicoes-lei-nb0-9.504-de-30-de-setembro-de-1997\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei Eleitoral 9.504\/97<\/a> de que cada partido ou coliga\u00e7\u00e3o deve preencher os 30% de candidaturas femininas. Sujeito a aprecia\u00e7\u00e3o do plen\u00e1rio, o projeto pretende desobrigar os partidos de apresentarem uma propor\u00e7\u00e3o m\u00ednima de candidatas, de modo que se 70% das vagas forem preenchidas por homens, o restante possa ficar vazia sem nenhuma san\u00e7\u00e3o para o partido.<\/p>\n\n\n\n<p><iframe id=\"datawrapper-chart-91FqU\" style=\"width: 0; min-width: 100% !important; border: none;\" title=\"DEPUTADOS ELEITOS POR G\u00caNERO\" src=\"\/\/datawrapper.dwcdn.net\/91FqU\/2\/\" height=\"455\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Bar Chart\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">!function(){\"use strict\";window.addEventListener(\"message\",function(a){if(void 0!==a.data[\"datawrapper-height\"])for(var e in a.data[\"datawrapper-height\"]){var t=document.getElementById(\"datawrapper-chart-\"+e)||document.querySelector(\"iframe[src*='\"+e+\"']\");t&&(t.style.height=a.data[\"datawrapper-height\"][e]+\"px\")}})}();<\/script><\/p>\n\n\n\n<p>O projetos tem causado indigna\u00e7\u00e3o em organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil.<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/dl\/integracao-mulher-espacos-poder.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> Em parecer divulgado pela Associa\u00e7\u00e3o Visibilidade Feminina<\/a>, as advogadas Carolina Lobo e Nicole Gondim Porcaro alegam que o PL 2996\/19 relega \u00e0s cotas para mulheres um papel simb\u00f3lico e n\u00e3o um meio efetivo de mudan\u00e7a da realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Deputada Estadual Ol\u00edvia Santana (PCdoB &#8211; BA) tamb\u00e9m acredita que o projeto prejudica a entrada de mulheres na pol\u00edtica. Segundo ela, a proposta \u00e9 reflexo de \u201cuma estrutura machista, patriarcal, dif\u00edcil de mudar\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma mulher est\u00e1 sendo instrumentalizada, uma deputada. Um projeto que flexibiliza as candidaturas de mulheres nos partidos s\u00f3 favorece aos homens\u201d, declara Ol\u00edvia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Renata Abreu argumenta que o projeto n\u00e3o acaba com as cotas femininas, apenas desobriga os partidos de preencherem os 30%. N\u00e3o havendo candidatas, o partido deve deixar as vagas vazias.<\/p>\n\n\n<div style=\"width: 640px;\" class=\"wp-video\"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');<\/script><![endif]-->\n<video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-36591-1\" width=\"640\" height=\"360\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Bancada-feminina-debate-cotas-para-candidatas-20_09_19-online-video-cutter.com-2-2.mp4?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Bancada-feminina-debate-cotas-para-candidatas-20_09_19-online-video-cutter.com-2-2.mp4\">http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Bancada-feminina-debate-cotas-para-candidatas-20_09_19-online-video-cutter.com-2-2.mp4<\/a><\/video><\/div>\n\n\n\n<p style=\"text-align:left\">Fonte: Site da C\u00e2mara dos Deputados<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3rico<\/h3>\n\n\n\n<p>Este n\u00e3o \u00e9 o primeiro projeto a questionar a cota para mulheres. Em abril deste ano, esteve em pauta no Congresso Nacional o <a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/135505\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PL 1.256\/2019<\/a>, de autoria do Senador Angelo Coronel (PSD-BA), com objetivo de revogar a reserva de 30% de vagas para mulheres em candidaturas proporcionais. A Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a e Cidadania (CCJ) rejeitou a proposta do Senador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei Eleitoral 9.504\/97, aprovada em 1998, garantiu a reserva de 30% para mulheres candidatas. Em 29 de setembro de 2009, a <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2007-2010\/2009\/Lei\/L12034.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei n\u00ba 12.034<\/a>, uma \u201cminirreforma\u201d eleitoral, substituiu a express\u00e3o \u201creserva\u201d pela palavra \u201cpreencher\u00e1\u201d, tornando obrigat\u00f3rio o preenchimento das cotas de g\u00eanero na defini\u00e7\u00e3o das candidaturas a cargos proporcionais de cada partido pol\u00edtico. \u00c9 a partir deste ano que \u00e9 poss\u00edvel visualizar um aumento mais significativo das candidaturas femininas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><iframe id=\"datawrapper-chart-WS6dA\" style=\"width: 0; min-width: 100% !important; border: none;\" title=\"CANDIDATURAS POR G\u00caNERO\" src=\"\/\/datawrapper.dwcdn.net\/WS6dA\/4\/\" height=\"419\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Bar Chart\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">!function(){\"use strict\";window.addEventListener(\"message\",function(a){if(void 0!==a.data[\"datawrapper-height\"])for(var e in a.data[\"datawrapper-height\"]){var t=document.getElementById(\"datawrapper-chart-\"+e)||document.querySelector(\"iframe[src*='\"+e+\"']\");t&&(t.style.height=a.data[\"datawrapper-height\"][e]+\"px\")}})}();<\/script><\/p>\n\n\n\n<p><iframe id=\"datawrapper-chart-wP5aR\" style=\"width: 0; min-width: 100% !important; border: none;\" title=\"CANDIDATURAS POR G\u00caNERO\" src=\"\/\/datawrapper.dwcdn.net\/wP5aR\/2\/\" height=\"419\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Bar Chart\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">!function(){\"use strict\";window.addEventListener(\"message\",function(a){if(void 0!==a.data[\"datawrapper-height\"])for(var e in a.data[\"datawrapper-height\"]){var t=document.getElementById(\"datawrapper-chart-\"+e)||document.querySelector(\"iframe[src*='\"+e+\"']\");t&&(t.style.height=a.data[\"datawrapper-height\"][e]+\"px\")}})}();<\/script><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do TSE, as candidaturas femininas ao cargo de deputado federal entre 1998 e 2006 tiveram um acr\u00e9scimo de 2,4%. Depois da altera\u00e7\u00e3o na Lei eleitoral de 97, houve um aumento consider\u00e1vel de candidatas nas elei\u00e7\u00f5es de 2010. Comparado com as elei\u00e7\u00f5es de 2006, esse n\u00famero cresceu 9,3%, passando de 725 candidaturas para 1.335 em 2010. No mesmo per\u00edodo, o n\u00famero de candidaturas femininas ao cargo de Deputado Estadual tamb\u00e9m aumentou significativamente, passando de 1.858 para 3.274.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Bahia, a composi\u00e7\u00e3o feminina na Assembleia Legislativa (Alba) nunca ultrapassou 17,4%. Atualmente a Alba conta com apenas 10 deputadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><iframe id=\"datawrapper-chart-NZr0L\" style=\"width: 0; min-width: 100% !important; border: none;\" title=\"DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS POR G\u00caNERO\" src=\"\/\/datawrapper.dwcdn.net\/NZr0L\/3\/\" height=\"419\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Bar Chart\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">!function(){\"use strict\";window.addEventListener(\"message\",function(a){if(void 0!==a.data[\"datawrapper-height\"])for(var e in a.data[\"datawrapper-height\"]){var t=document.getElementById(\"datawrapper-chart-\"+e)||document.querySelector(\"iframe[src*='\"+e+\"']\");t&&(t.style.height=a.data[\"datawrapper-height\"][e]+\"px\")}})}();<\/script><\/p>\n\n\n\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"989874b5-682d-49e9-a2bf-00c072e870df\" data-type=\"interactive\" data-title=\"\">&nbsp;<\/div>\n<p><script>!function(e,t,s,i){var n=\"InfogramEmbeds\",o=e.getElementsByTagName(\"script\")[0],d=\/^http:\/.test(e.location)?\"http:\":\"https:\";if(\/^\\\/{2}\/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement(\"script\");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,\"infogram-async\",\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\");<\/script><\/p>\n<div style=\"padding: 8px 0; font-family: Arial!important; font-size: 13px!important; line-height: 15px!important; text-align: center; border-top: 1px solid #dadada; margin: 0 30px;\"><br><a style=\"color: #989898!important; text-decoration: none!important;\" href=\"https:\/\/infogram.com\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Infogram<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mulheres laranjas<\/h3>\n\n\n\n<p>Depois da instaura\u00e7\u00e3o da reserva de g\u00eanero, em 1998, os registros de candidaturas laranjas saltaram de 18% para quase 50% em 2015, como mostra a <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-47446723\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">reportagem da BBC News<\/a> publicada em mar\u00e7o deste ano. O estudo foi realizado pelas pesquisadoras Malu Gatto, da University College London, e Kristin Wyllie, da James Madison University.<\/p>\n\n\n\n<p>Este salto \u00e9 uma das justificativas para os projetos que visam alterar a lei de cotas femininas. Segundo as pesquisadoras, o uso de candidatas laranjas pelos partidos tem o intuito de burlar a lei de cotas femininas e a exig\u00eancia da distribui\u00e7\u00e3o de 30% do fundo de campanha para as candidatas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Especialista em direito eleitoral, o advogado Rodrigo Rara conta que o termo \u201claranja\u201d foi importado para o Direito Eleitoral como sin\u00f4nimo de candidatura fict\u00edcia criada para alcan\u00e7ar os patamares exigidos pela legisla\u00e7\u00e3o eleitoral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor n\u00e3o possuir um conceito objetivo, comprova-se como laranjas as candidaturas que &#8211; isolada ou somadamente &#8211; tiveram seus registros adulterados sem a aprova\u00e7\u00e3o do suposto candidato, obtiveram vota\u00e7\u00e3o desprez\u00edvel (baixa competitividade), n\u00e3o fizeram campanha, n\u00e3o receberam recurso partid\u00e1rio ou receberam muitos recursos mas n\u00e3o obtiveram votos\u201d, explica Rara.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 a partir de 2013, o TSE absorveu a compreens\u00e3o de candidatura laranja, enquadrando nos crimes de fraude \u00e0 cota de g\u00eanero, falsidade ideol\u00f3gica eleitoral, abuso do poder pol\u00edtico e corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a cientista pol\u00edtica especialista em financiamento de campanha, g\u00eanero e pol\u00edtica, Maria Cec\u00edlia Eduardo, \u201cas candidatas laranjas podem ser consideradas um efeito colateral da aplica\u00e7\u00e3o das cotas num ambiente partid\u00e1rio que persiste em posturas retr\u00f3gradas e que pouco faz para estimular a participa\u00e7\u00e3o feminina em seu interior\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia da puni\u00e7\u00e3o de tais pr\u00e1ticas com a cassa\u00e7\u00e3o da chapa partid\u00e1ria. <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2019-set-18\/uso-candidaturas-laranja-leva-cassacao-chapa-decide-tse\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A decis\u00e3o de cassar toda a chapa partid\u00e1ria foi definida pelo TSE em setembro de 2019<\/a>, ap\u00f3s o julgamento em torno das elei\u00e7\u00f5es municipais em Valen\u00e7a do Piau\u00ed (PI). O relator do caso, ministro Jorge Mussi, entendeu que sem as candidaturas laranjas os partidos n\u00e3o teriam conseguido atingir as exig\u00eancias necess\u00e1rias para participar do pleito e, portanto, todo o conjunto de candidatos foi beneficiado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"0f5443a9-db47-436d-9c01-cf995348c01b\" data-type=\"interactive\" data-title=\"\">&nbsp;<\/div>\n<p><script>!function(e,t,s,i){var n=\"InfogramEmbeds\",o=e.getElementsByTagName(\"script\")[0],d=\/^http:\/.test(e.location)?\"http:\":\"https:\";if(\/^\\\/{2}\/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement(\"script\");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,\"infogram-async\",\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\");<\/script><\/p>\n<div style=\"padding: 8px 0; font-family: Arial!important; font-size: 13px!important; line-height: 15px!important; text-align: center; border-top: 1px solid #dadada; margin: 0 30px;\"><br><a style=\"color: #989898!important; text-decoration: none!important;\" href=\"https:\/\/infogram.com\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Infogram<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Impasses<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o muitos os fatores que contribuem para a sub-representa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica brasileira, passando por quest\u00f5es de ordem sociocultural e pol\u00edtico-institucional. A pesquisadora Maria Cec\u00edlia elenca alguns destes obst\u00e1culos, como o fato de a pol\u00edtica ainda ser vista como uma atividade restrita a homens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSomado a isso, existe uma \u2018natural\u2019 divis\u00e3o sexual do trabalho que coloca a mulher como a principal respons\u00e1vel pelo cuidado e pela manuten\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia\u201d, complementa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto que contribui para a sub-representa\u00e7\u00e3o \u00e9 o gerenciamento dos recursos partid\u00e1rios. Maria Cec\u00edlia afirma existir maior prefer\u00eancia das lideran\u00e7as partid\u00e1rias em investir nas campanhas com mais chance de elei\u00e7\u00e3o, em sua maioria masculinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, o financiamento de campanha tem um peso muito grande no sucesso eleitoral. \u201cNa grande maioria dos casos, para se fazer conhecer e para a divulga\u00e7\u00e3o de propostas \u00e9 necess\u00e1ria a inje\u00e7\u00e3o de dinheiro. Ent\u00e3o essa configura\u00e7\u00e3o eleitoral acaba dificultando o sucesso de candidatos com menor arrecada\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso de grande parte das mulheres\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na opini\u00e3o do advogado Rodrigo Rara, o equil\u00edbrio na distribui\u00e7\u00e3o dos recursos partid\u00e1rios \u00e9 um dos passos a serem tomados para amplia\u00e7\u00e3o de mulheres em cargos de poder.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMais importante que as cotas de g\u00eanero para a participa\u00e7\u00e3o das minorias \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o de disputa dentro dos partidos para que estas minorias ocupem as candidaturas e tenha a elas garantidos recursos para que possam construir sua campanha com igualdade de condi\u00e7\u00f5es\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Afinal, as cotas s\u00e3o efetivas?<\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 diverg\u00eancias quanto a real efetividade da lei de cotas para mulheres em candidaturas proporcionais. Por um lado, h\u00e1 quem relacione a lei de cotas com o aumento das candidaturas laranjas. Outros veem as cotas como uma tentativa de reparar a desigualdade entre homens e mulheres na pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 exemplo, Rara aponta a obrigatoriedade da destina\u00e7\u00e3o de 30% \u00e0s candidaturas femininas junto a aus\u00eancia de lideran\u00e7as de mulheres nos partidos como fatores que favorecem a utiliza\u00e7\u00e3o de candidaturas laranjas. \u201cA solu\u00e7\u00e3o das executivas partid\u00e1rias foi a de utilizar empregadas, amigas, parentes e esposas sem o menor interesse de disputar elei\u00e7\u00f5es nestas listas. Essas mulheres se candidatam, mas sequer fazem campanha\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, o advogado especialista em direitos fundamentais, cultura e rela\u00e7\u00f5es sociais, Muriel Silva, considera a lei de cotas para mulheres como uma repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o que o Estado brasileiro infringiu \u00e0s mulheres no processo pol\u00edtico-eleitoral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua opini\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio o Estado encontrar solu\u00e7\u00f5es para as candidaturas laranjas sem comprometer direitos legitimamente constitu\u00eddos. \u201cCandidaturas laranjas necessitam ser combatidas com maior investimento em monitoramento, pol\u00edcia e nos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o. A solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser extirpar direitos legitimamente conquistados e que visam maior inclus\u00e3o legal da participa\u00e7\u00e3o feminina nos \u00f3rg\u00e3os legislativos\u201d, defende.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Consulte o n\u00famero de homens e mulheres eleitas por estado para as Assembleias Legislativas, C\u00e2mara dos Deputados e Senado Federal<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"3321d2ac-fec6-469d-b90f-9e327a72339d\" data-type=\"interactive\" data-title=\"Assembl\u00e9ias Legislativas e C\u00e2mara Legislativa do DF - Eleitos(as)\">&nbsp;<\/div>\n<p><script>!function(e,t,s,i){var n=\"InfogramEmbeds\",o=e.getElementsByTagName(\"script\")[0],d=\/^http:\/.test(e.location)?\"http:\":\"https:\";if(\/^\\\/{2}\/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement(\"script\");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,\"infogram-async\",\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\");<\/script><\/p>\n<div style=\"padding: 8px 0; font-family: Arial!important; font-size: 13px!important; line-height: 15px!important; text-align: center; border-top: 1px solid #dadada; margin: 0 30px;\"><a style=\"color: #989898!important; text-decoration: none!important;\" href=\"https:\/\/infogram.com\/3321d2ac-fec6-469d-b90f-9e327a72339d\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Assembl\u00e9ias Legislativas e C\u00e2mara Legislativa do DF &#8211; Eleitos(as)<\/a><br><a style=\"color: #989898!important; text-decoration: none!important;\" href=\"https:\/\/infogram.com\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Infogram<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de lei amea\u00e7a reserva de 30% destinada a candidaturas femininas nos partidos Por Carlos Magno e Th\u00eddila Salim, 14 de outubro de 2019 Desde a concess\u00e3o do direito ao voto, em 1932, \u00e0 primeira mulher eleita para presidente em 2010, Dilma Roussef, a participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica brasileira \u00e9 tema de acirradas discuss\u00f5es. 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