{"id":37173,"date":"2019-11-18T10:54:50","date_gmt":"2019-11-18T13:54:50","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=37173"},"modified":"2019-11-18T10:54:50","modified_gmt":"2019-11-18T13:54:50","slug":"cresce-17-a-safra-de-algodao-na-bahia-oeste-do-estado-e-o-2o-maior-exportador-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/cresce-17-a-safra-de-algodao-na-bahia-oeste-do-estado-e-o-2o-maior-exportador-mundial\/","title":{"rendered":"Cresce 17% a safra de algod\u00e3o na Bahia; oeste do estado \u00e9 o 2\u00ba maior exportador mundial"},"content":{"rendered":"\r\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Regi\u00e3o \u00e9 explorada desde os anos 1980, marcada pela presen\u00e7a de &#8220;bai\u00fachos&#8221;<\/em><\/h4>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ellen Chaves, Fernando Franco, Welldon Peixoto e Pedro Oliveira<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"698\" height=\"690\" class=\"wp-image-37220\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/WhatsApp-Image-2019-11-06-at-00.27.58.jpeg\" alt=\"\" \/>\r\n<figcaption>Foto: Welldon Peixoto<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O ano de 2019 j\u00e1 aponta <a href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/safra-de-algodao-cresce-17-na-bahia\/\">17% de aumento na safra<\/a> de algod\u00e3o no cen\u00e1rio baiano, segunda maior cultura da regi\u00e3o. O oeste \u00e9 respons\u00e1vel pela maior parte da produ\u00e7\u00e3o do Estado, onde destacam-se cidades como\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/ibge-producao-agricola-da-bahia-foi-a-que-mais-cresceu-no-brasil\/\">S\u00e3o Desid\u00e9rio,<\/a>\u00a0a segunda maior produtora do Brasil.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Dos mais de um milh\u00e3o e quatrocentas toneladas da produ\u00e7\u00e3o estimada at\u00e9 setembro, mais de 75% j\u00e1 havia sido comercializada. Cerca de 40% do algod\u00e3o baiano \u00e9 exportado para pa\u00edses asi\u00e1ticos, como China, Indon\u00e9sia, Bangladesh, Vietn\u00e3, e 60% \u00e9 comercializado para as ind\u00fastrias t\u00eaxteis no Brasil, segundo site da<a href=\"http:\/\/aiba.org.br\/\"> Aiba<\/a>, Associa\u00e7\u00e3o de Agricultores e Irrigantes da Bahia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-gallery alignleft columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\r\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\r\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"2000\" class=\"wp-image-37334\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Lets-Go-Shopping-12.png\" alt=\"\" data-id=\"37334\" data-link=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?attachment_id=37334\" \/><\/figure>\r\n<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A cotonicultura transformou as condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas da regi\u00e3o, gerou empregos e exerce papel importante na economia do estado e do pa\u00eds. S\u00e3o cerca de 30 mil empregos gerados na regi\u00e3o oriundos da cultura do algod\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o fortalece a gera\u00e7\u00e3o do PIB brasileiro com cerca de R$ 4,5 bilh\u00f5es, <a href=\"http:\/\/www.adab.ba.gov.br\/2019\/08\/1985\/Cultura-do-algodao-se-fortalece-na-regiao-oeste-da-Bahia.html\">segundo dados da<\/a>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.adab.ba.gov.br\/2019\/08\/1985\/Cultura-do-algodao-se-fortalece-na-regiao-oeste-da-Bahia.html\">ABAP<\/a>. Em d\u00f3lar, o estado gera em torno de $375 milh\u00f5es (m\u00e9dia R$ 1,5 bi). O oeste baiano \u00e9 respons\u00e1vel por <a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/orcamento\/documentos\/estudos\/tipos-de-estudos\/orcamento-em-discussao\/edicao-43-2018-relatorio-de-avaliacao-de-politica-publica-o-impacto-do-programa-de-incentivo-a-cultura-do-algodao-proalba-na-balanca-comercial-da-bahia\">97% da produ\u00e7\u00e3o<\/a> de algod\u00e3o, em 2015, conforme relat\u00f3ria do Senado de 2018.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Diversos fatores levaram ao sucesso da cultura do algod\u00e3o no oeste baiano, como o clima e o relevo, o padr\u00e3o tecnol\u00f3gico da produ\u00e7\u00e3o e a organiza\u00e7\u00e3o do setor produtivo. Esses fatores colocaram a regi\u00e3o no posto de segundo maior exportador de algod\u00e3o n\u00e3o irrigado do mundo\u00a0e disputa no quesito qualidade com a Austr\u00e1lia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A cultura de algod\u00e3o no oeste \u00e9 recente. H\u00e1 cerca de 30 anos n\u00e3o havia esse tipo de produ\u00e7\u00e3o no local. A soja era a monocultura dominante.\u00a0O que difere a produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o os custos e o retorno obtido com a venda. Em 2018, a soja gerava retornos de R$ 500,00 enquanto o do algod\u00e3o gera R$ 2,900 por hectare, e segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasilagro.com.br\/conteudo\/producao-brasileira-de-algodao-cresce-e-apetite-chines-aumenta.html\">BRASILAGRO<\/a>, &#8220;engordou as receitas dos produtores&#8221;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O modelo produtivista \u00e9 dominante na regi\u00e3o. A principal caracter\u00edstica dessa modalidade de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 a busca incessante pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o, uso intenso de m\u00e1quinas e insumos qu\u00edmicos, al\u00e9m da monocultura em grande escala. A concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, associada \u00e0 dispensa de m\u00e3o-de-obra, tamb\u00e9m s\u00e3o elementos que marcam o sistema produtivo &#8211; cerca de 150 propriet\u00e1rios concentram a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Apesar das afirma\u00e7\u00f5es em torno da gera\u00e7\u00e3o de emprego na regi\u00e3o, os dados de custos com a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o por hectare no Oeste baiano mostram a concentra\u00e7\u00e3o de despesas nas opera\u00e7\u00f5es mecanizadas e no uso de defensivos agr\u00edcolas. Os gastos com m\u00e3o-de-obra ficam em terceiro lugar.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\r\n<p>Apesar do posto de vice lideran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o, isso n\u00e3o garante \u00e0 Bahia melhor valoriza\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A atividade na regi\u00e3o \u00e9 caracterizada por um perfil prim\u00e1rio-exportador para outras regi\u00f5es do Brasil e para o mercado externo. Como a mat\u00e9ria-prima \u00e9 exportada em seu estado bruto, o valor agregado \u00e9 reduzido e pode se tornar ref\u00e9m das sazonalidades de demanda do mercado.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3ria<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nas d\u00e9cadas de 1980 e 1990 a regi\u00e3o vivenciou transforma\u00e7\u00f5es significativas na sua estrutura produtiva e urbana decorrentes do processo de migra\u00e7\u00e3o interestadual de fam\u00edlias sulistas, predominantemente ga\u00fachas e paranaenses, associadas \u00e0 difus\u00e3o da agricultura moderna.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\r\n<p>Quando n\u00f3s compramos aqui, a gente pagou uma carteira de cigarro por hectare. Eu lembro porque foi nosso par\u00e2metro para falar do pre\u00e7o na \u00e9poca. Era de gra\u00e7a e ainda tinha prazo para pagar.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Essa hist\u00f3ria quem conta \u00e9 o agricultor Jaime Capellesso, na reportagem do\u00a0<em><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/agronegocios\/globo-rural\/noticia\/2019\/05\/05\/oeste-da-bahia-terra-que-ha-30-anos-valia-1-maco-de-cigarros-hoje-e-importante-produtora-de-graos.ghtml\">Globo Rural.<\/a>\u00a0 <\/em>As terras hoje altamente\u00a0 rent\u00e1veis , h\u00e1 cerca de tr\u00eas d\u00e9cadas, eram uma extensa \u00e1rea de mata aut\u00f3ctone que recobria o cerrado, com poucas propriedades e quase nenhum valor comercial.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A trajet\u00f3ria de vida do produtor agr\u00edcola F\u00e1bio Ricardi, da Fazenda Savana, confunde-se com a de outros produtores do local, que sa\u00edram de suas cidades em busca de novos horizontes e se encontraram na regi\u00e3o.<br \/><br \/>J\u00falio Busato, presidente da ABAPA, tamb\u00e9m \u00e9 um dos migrantes produtores de algod\u00e3o. Ele conta que nasceu no Rio Grande do Sul e veio para o oeste da Bahia juntamente com a sua fam\u00edlia, em busca de outros horizontes, crescimento e novas oportunidades &#8211; s\u00e3o os apelidados\u00a0&#8220;ba\u00educhos&#8221;. Ricardi conta que a regi\u00e3o oeste apresenta a mesma conjuntura de hist\u00f3rias de produtores migrantes &#8220;fam\u00edlias que sonharam&#8221;, lembra.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>At\u00e9 os anos 1970, o oeste baiano tinha pouca express\u00e3o econ\u00f4mica e sustentava-se na pecu\u00e1ria extensiva, na agricultura de subsist\u00eancia e em atividades extrativistas, conforme registra o <a href=\"https:\/\/repositorio.ufba.br\/ri\/bitstream\/ri\/9474\/1\/TCC%20PATR%C3%8DCIA%20SANTOS%20BARRETO.pdf\">trabalho de pesquisa <\/a>de Patr\u00edcia Barreto, graduada em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas. Foram as pol\u00edticas de integra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio nacional implementadas desde os anos 1950 que inclu\u00edram na d\u00e9cada 1970 o oeste baiano no processo de expans\u00e3o das fronteiras agr\u00edcolas ao introduzir a cultura de gr\u00e3os, tendo a soja como principal lavoura.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ao fazer parte do conjunto de \u00e1reas receptoras de investimentos p\u00fablicos federais, o cerrado baiano iniciou a montagem de uma infraestrutura capaz de viabilizar a realiza\u00e7\u00e3o de atividades econ\u00f4micas de grande porte. Os investimentos p\u00fablicos, aliados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ideais do solo e clima e outras vantagens econ\u00f4micas (o baixo pre\u00e7o da terra, por exemplo), atra\u00edram um grande n\u00famero de imigrantes de outras regi\u00f5es da Bahia, do Sul do Brasil e do exterior.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esses imigrantes foram os principais respons\u00e1veis pela implanta\u00e7\u00e3o do modelo produtivista de gr\u00e3os iniciado com a soja. A implanta\u00e7\u00e3o e solidifica\u00e7\u00e3o da cultura da soja nos anos 1980 ajudaram a regi\u00e3o oeste a aumentar progressivamente sua posi\u00e7\u00e3o de destaque na estrutura produtiva da Bahia e do Brasil. O desenvolvimento da cultura do algod\u00e3o no oeste da Bahia ocorre no movimento de diversifica\u00e7\u00e3o produtiva da pr\u00f3pria regi\u00e3o e faz parte da rea\u00e7\u00e3o da cotonicultura brasileira a uma profunda crise nos anos 1990. Como consequ\u00eancia dessa migra\u00e7\u00e3o, atualmente, o oeste da Bahia conta com 150 grandes fazendas, o que deu origem a um <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/bahia\/bahia-farm-show\/2015\/noticia\/2015\/06\/apos-mais-de-2-decadas-produtores-constroem-imperio-agricola-no-oeste.html\">imp\u00e9rio agr\u00edcola<\/a>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Conforme ressalta Barreto, a cotonicultura do oeste Baiano se deu num contexto de mudan\u00e7as alicer\u00e7adas sobre os par\u00e2metros de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, fomentada por incentivos governamentais e ado\u00e7\u00e3o do modelo produtivista.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Veja mais sobre a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o na regi\u00e3o:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/hAtyg-k5GmU<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regi\u00e3o \u00e9 explorada desde os anos 1980, marcada pela presen\u00e7a de &#8220;bai\u00fachos&#8221; Ellen Chaves, Fernando Franco, Welldon Peixoto e Pedro Oliveira O ano de 2019 j\u00e1 aponta 17% de aumento na safra de algod\u00e3o no cen\u00e1rio baiano, segunda maior cultura da regi\u00e3o. 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