{"id":39843,"date":"2022-12-14T10:00:12","date_gmt":"2022-12-14T13:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/id126ufba.com.br\/?p=39843"},"modified":"2022-12-14T10:00:15","modified_gmt":"2022-12-14T13:00:15","slug":"nascentes-de-concreto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/nascentes-de-concreto\/","title":{"rendered":"Nascentes de concreto"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tamponamento de rios em Salvador \u00e9 um problema ambiental visto como solu\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n\n\n\n<p>A cidade de Salvador tem no seu hist\u00f3rico a cobertura de rios e outros corpos de \u00e1gua como uma alternativa para a polui\u00e7\u00e3o e inunda\u00e7\u00f5es ou para a realiza\u00e7\u00e3o de obras que t\u00eam a pretens\u00e3o de desenvolver a cidade. Um dos casos mais recentes \u00e9 o projeto do BRT (\u00d4nibus de Tr\u00e2nsito R\u00e1pido, <em>Bus Rapid Transport<\/em>), que resultou no tamponamento de parte do Rio Camarajipe.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A obra iniciada durante a gest\u00e3o do ex-prefeito ACM Neto sempre foi rodeada por <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ba\/bahia\/noticia\/projeto-do-brt-de-salvador-e-centro-de-polemica-entre-prefeitura-moradores-urbanistas-e-ambientalistas-entenda.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pol\u00eamicas ambientais<\/a>. Para o pesquisador Davi Carlos, urbanista baiano especializado em <a href=\"https:\/\/escoladacidade.edu.br\/pos-graduacao\/habitacao-e-cidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Habita\u00e7\u00e3o e Cidade<\/a> pela Escola da Cidade, localizada em S\u00e3o Paulo, e mestrando em <a href=\"https:\/\/sig.ufabc.edu.br\/sigaa\/public\/programa\/areas.jsf?lc=pt_BR&amp;id=216\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Planejamento e Gest\u00e3o do Territ\u00f3rio<\/a> na Universidade Federal do ABC, tamb\u00e9m em S\u00e3o Paulo, os maiores problemas do BRT s\u00e3o o or\u00e7amento direcionado, o local inadequado, as obras favorecerem mais o transporte individual do que p\u00fablico, o desmatamento e o tamponamento do rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador come\u00e7ou a estudar o BRT em 2016, quando o projeto come\u00e7ou a sair do papel. \u201c[O BRT] \u00e9 mais um concorrente do metr\u00f4 do que uma solu\u00e7\u00e3o para aquela \u00e1rea da cidade\u201d, afirma Davi Carlos. \u201cO BRT foi criado em Curitiba nos anos 70. Depois de 50 anos ou mais, Salvador decide adotar esse modal que foi importante na sua \u00e9poca, mas que atualmente n\u00e3o atende \u00e0s novas ideias de urbanismo\u201d ressalta o especialista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para ele, nenhuma obra da atualidade justifica o tamponamento de rios e o corte de \u00e1rvores centen\u00e1rias, como \u00e9 o caso da constru\u00e7\u00e3o do \u00d4nibus de Tr\u00e2nsito R\u00e1pido (<em>Bus Rapid Transport<\/em>) em Salvador.<\/p>\n\n\n\n<p>Val\u00e9ria Almeida \u00e9 moradora da Alameda dos Jasmins,pr\u00f3xima \u00e0 avenida em que est\u00e3o acontecendo as obras, h\u00e1 mais de seis anos e diz que a obra atrapalhou mais do que ajudou na sua locomo\u00e7\u00e3o, de maneira que um trajeto que costumava demorar 11 minutos hoje em dia leva cerca de uma hora. \u201cPara sair do Cidade Jardim eu s\u00f3 tenho a Juracy Magalh\u00e3es e ficou imposs\u00edvel ir pro lado do Costa Azul e do Salvador Shopping. No in\u00edcio, a ACM inteira ficava engarrafada e depois foi a obra do novo Itaigara, que s\u00f3 ajudou quem mora no Horto. Quem mora no Candeal que precisa subir a Cruz da Reden\u00e7\u00e3o ficou p\u00e9ssimo: o retorno agora tem que ser feito mais longe, na esta\u00e7\u00e3o do BRT Cidadela\u201d, critica a estudante em entrevista para o <strong><em>ID 126<\/em><\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A jovem tamb\u00e9m reclamou da falta de passarelas para pedestres no decorrer da obra: \u201cPara atravessar, uma pessoa precisa atrapalhar todo o fluxo de carros. N\u00e3o foi pensada nenhuma estrutura\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos aspectos prejudiciais relacionados ao encapsulamento do Rio Camarajipe, e de outros rios, \u00e9 a grande interfer\u00eancia que a impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo gera. Este tipo de constru\u00e7\u00e3o impede que a \u00e1gua n\u00e3o infiltre mais no solo, o que faria com que esses rios voltem a ter cursos d\u2019\u00e1gua mais caudalosos. A falta de terra tamb\u00e9m causa a impossibilidade de aqu\u00edferos serem alimentados ou existirem na cidade, ent\u00e3o a \u00e1gua n\u00e3o brota mais na terra. Com isso os alagamentos e enchentes v\u00e3o ser um problema constante e um preju\u00edzo para todos ao redor. Se houvesse uma \u00e1rea no entorno dos rios com uma mata ciliar, onde a terra e a cobertura vegetal absorvessem a \u00e1gua, n\u00e3o s\u00f3 o medo de chuva seria menor quanto ter\u00edamos rios mais fortes, limpos e uma cidade mais agrad\u00e1vel termicamente. Com o concreto e a transforma\u00e7\u00e3o do rio em esgoto, que n\u00e3o v\u00ea a luz solar, a chuva aumenta o volume de \u00e1gua do rio, que despeja tudo no mar e suja a orla mar\u00edtima, prejudicando pescadores e banhistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da perda ambiental relacionada aos rios, a obra tamb\u00e9m foi questionada quanto ao desmatamento de 579 \u00e1rvores pr\u00f3ximas do Rio Camarajipe, e em outras regi\u00f5es da Avenida Juracy Magalh\u00e3es, apenas na primeira etapa do BRT (<em>Bus Rapid Transport<\/em>), algumas delas centen\u00e1rias. Urbanistas e ambientalistas argumentam que esse desmatamento contribui para o aumento da temperatura do local e maior recorr\u00eancia de enchentes, algo j\u00e1 percept\u00edvel na cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o <a href=\"http:\/\/brt.salvador.ba.gov.br\/responsabilidade-ambiental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">site do projeto do BRT<\/a>, a Prefeitura de Salvador plantou 200 novas mudas e transplantou 169 \u00e1rvores, correspondentes a 63,73% do n\u00famero de \u00e1rvores retiradas, como forma de responsabilidade ambiental. Tamb\u00e9m de acordo com o site, as \u00e1rvores transplantadas ser\u00e3o cuidadas at\u00e9 se adaptarem ao novo espa\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo sendo um dos casos mais lembrados atualmente, a pol\u00edtica de tamponamento dos rios n\u00e3o \u00e9 nova em Salvador, uma cidade que j\u00e1 teve esses corpos de \u00e1gua como um aspecto importante na vida de seus moradores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Um BRT consiste em uma linha exclusiva para \u00f4nibus sanfonados e climatizados, que t\u00eam uma capacidade maior de passageiros. Em Salvador ser\u00e3o duas linhas: a linha 1, j\u00e1 conclu\u00edda, da Rodovi\u00e1ria at\u00e9 a Pituba, e a linha 2 ter\u00e1 como destino a Lapa e ainda n\u00e3o est\u00e1 conclu\u00edda. A fase de testes come\u00e7ou em 30 de setembro de 2022 e, no dia 11 de novembro, come\u00e7ou a fazer parte da integra\u00e7\u00e3o de transporte junto ao sistema de \u00f4nibus e metr\u00f4 da cidade<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o muito tempo atr\u00e1s\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"660\" height=\"495\" data-id=\"40223\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/saboeiro.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-40223\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/saboeiro.webp 660w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/saboeiro-300x225.webp 300w\" sizes=\"(max-width: 660px) 100vw, 660px\" \/><figcaption>Rio Saboeiro\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"343\" data-id=\"40233\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-vermelho-salvador-1024x343.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40233\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-vermelho-salvador-1024x343.jpg 1024w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-vermelho-salvador-300x101.jpg 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-vermelho-salvador-768x257.jpg 768w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-vermelho-salvador.jpg 1400w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Rio Vermelho\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"967\" height=\"544\" data-id=\"40235\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-lucaia.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-40235\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-lucaia.png 967w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-lucaia-300x169.png 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-lucaia-768x432.png 768w\" sizes=\"(max-width: 967px) 100vw, 967px\" \/><figcaption>Rio Lucaia\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"640\" data-id=\"40227\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-jaguaribe-2021.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40227\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-jaguaribe-2021.jpg 640w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/rio-jaguaribe-2021-300x300.jpg 300w, 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src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/jaguaribe1-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40231\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/jaguaribe1-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/jaguaribe1-300x225.jpg 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/jaguaribe1-768x576.jpg 768w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/jaguaribe1.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Rio Jaguaribe\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"40234\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Jaguaribe-ano-passado-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40234\" 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sizes=\"(max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><figcaption>Rio Imbui\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" data-id=\"40225\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/canal_imbui_Rio-das-Pedras-Salvador.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40225\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/canal_imbui_Rio-das-Pedras-Salvador.jpg 400w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/canal_imbui_Rio-das-Pedras-Salvador-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><figcaption>Rio das pedras\/Site<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"404\" height=\"220\" data-id=\"40226\" src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/CANAL-DO-RIO-DO-SEIXOS.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40226\" 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O Rio do Cobre, em S\u00e3o Marcos, tinha uma barragem que servia para retirar a \u00e1gua e abastecer todo o Sub\u00farbio Ferrovi\u00e1rio de Salvador. As fontes eram reconhecidas como pontos de retirada de \u00e1gua na cidade, como era o caso da Fonte do Gabriel e da Fonte da Gra\u00e7a. A pr\u00f3pria alimenta\u00e7\u00e3o dos moradores vinha desses rios, com peixes de rios alimentando moradores. <a href=\"https:\/\/www.revistafraude.ufba.br\/novafraude\/onde-eu-nasci-passa-um-rio-2\/#:~:text=%E2%80%9CEu%20n%C3%A3o%20imaginava%20que%20tinha,a%20sua%20percep%C3%A7%C3%A3o%20da%20cidade.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">At\u00e9 hoje ainda existe pescaria no Rio do Cobre<\/a>, onde fica o Jardim Bot\u00e2nico, em S\u00e3o Marcos. Uma conviv\u00eancia pac\u00edfica e sustent\u00e1vel com os seus corpos d\u2019\u00e1gua seria ben\u00e9fica para todos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o professor <a href=\"https:\/\/atarde.com.br\/muito\/era-uma-vez-um-rio-679693\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Luiz Roberto Santos Moraes<\/a>,71, <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/1754614469917208\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">professor <\/a>do curso de Engenharia Ambiental, a gest\u00e3o da cidade achava que precisava de cursos de \u00e1gua mais caudalosos, assim parou de utilizar as \u00e1guas dos pr\u00f3prios rios para ir atr\u00e1s das \u00e1guas do Rio Joanes. Ap\u00f3s isso houve a mesma discuss\u00e3o, j\u00e1 que parecia que o Joanes n\u00e3o era mais suficiente, a\u00ed foram retirados do Paragua\u00e7u. A \u00e1gua cada vez mais distante, mais cara de tirar e com mais custos de infraestrutura\u201d. Uma cidade \u00famida e com tantos cursos d\u2019\u00e1gua poderia utilizar os pr\u00f3prios rios de maneira sustent\u00e1vel do ponto de vista ambiental e econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto a ser considerado \u00e9 a grande interfer\u00eancia que a impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo gera. Com as avenidas de vale e grandes obras erguidas ao longo de rios, com seu consequente encapsulamento ou restri\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua n\u00e3o infiltra mais no solo, o que faria com que esses rios voltem a ter cursos d\u2019\u00e1gua mais caudalosos. A falta de terra tamb\u00e9m causa a impossibilidade de aqu\u00edferos serem alimentados ou existirem na cidade, ent\u00e3o a \u00e1gua n\u00e3o brota mais na terra. Com isso os alagamentos e enchentes v\u00e3o ser um problema constante e um preju\u00edzo para todos ao redor. Se houvesse uma \u00e1rea no entorno dos rios com uma mata ciliar, onde a terra e a cobertura vegetal absorvessem a \u00e1gua, n\u00e3o s\u00f3 o medo de chuva seria menor quanto ter\u00edamos rios mais fortes, limpos e uma cidade mais agrad\u00e1vel termicamente. Com o concreto e a transforma\u00e7\u00e3o do rio em esgoto, que n\u00e3o v\u00ea a luz solar, a chuva aumenta o volume de \u00e1gua do rio, que despeja tudo no mar e suja a orla mar\u00edtima, prejudicando pescadores e banhistas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hist\u00f3rico dos rios de Salvador<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pol\u00edtica que feriu os rios do Brasil e de Salvador nas cidades foi a que se traduziu como \u201cabertura de avenidas de vale\u201d. Um modelo que visava grandes obras de infraestrutura e de aumento da cidade trouxe, para onde correm os rios, a pista de carro e o concreto. A povoa\u00e7\u00e3o desordenada tamb\u00e9m foi outro fator que atingiu os fundos de vale. Assim, a \u00e1rea fluvial deixou de ser vista como \u00e1rea intocada, mas como pass\u00edvel de obras urbanas. O aumento populacional da cidade trouxe outra problem\u00e1tica para os rios de Salvador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pol\u00edtica das avenidas de vale pode ter de certo modo acabado, j\u00e1 que os vales quase todos foram ocupados por asfalto na cidade, mas a pol\u00edtica ambiental do encapsulamento e do concreto nas margens dos rios segue aliada ao crescimento urbano. \u00c9 o caso da gest\u00e3o feita pelo munic\u00edpio de Salvador e Estado da Bahia com o Rio Jaguaribe.<\/p>\n\n\n\n<p>O rio que desemboca na terceira ponte, na Avenida Ot\u00e1vio Mangabeira, Piat\u00e3, foi vitimado pelo crescimento que se voltou para a orla mar\u00edtima da cidade. Antes a regi\u00e3o tomada pelos condom\u00ednios de casas ou de \u00e1reas vazias, viu o n\u00famero de torres residenciais crescer em um ritmo fren\u00e9tico. Lav\u00ednia Bomsucesso, 48, moradora da regi\u00e3o desde a d\u00e9cada de 90, conta que antigamente a natureza tomava conta do local.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAntes o Jaguaribe abrigava uma fauna e flora exuberantes, um clima muito diferente do que se encontra hoje\u201d, conta Lav\u00ednia. As obras ao longo do rio e a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria na regi\u00e3o fizeram o poder p\u00fablico acabar com as margens de terra e colocar concreto. Muito, para preju\u00edzos de moradores que moram bem ao lado do rio, onde ele alaga quando enche, mas tamb\u00e9m pelos novos moradores que parecem optar por um bairro que n\u00e3o tenha mais o rio que d\u00e1 nome \u00e0 praia e a grande parte dos condom\u00ednios da regi\u00e3o. Mas houve rea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento \u201c<a href=\"https:\/\/pt-br.facebook.com\/salveoriojaguaribe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Salve o Rio Jaguaribe<\/a>\u201d foi uma iniciativa da sociedade civil contra o que estava sendo feito ao longo desse corpo de \u00e1gua. Fizeram caminhadas, levaram alternativas ao poder p\u00fablico de como poderia ter sido a obra de macrodrenagem, levaram especialistas, pediram consulta p\u00fablica, mas nada disso foi acatado. O modelo de concreto ao longo do rio para trazer estrutura e saneamento b\u00e1sico, foi o modelo adotado do in\u00edcio ao fim. Uma obra cara, que n\u00e3o resolve o problema e cria outros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira esse e outros depoimentos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"300\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/playlists\/1540427602&amp;color=%230066cc&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true&amp;visual=true\"><\/iframe><div style=\"font-size: 10px; color: #cccccc;line-break: anywhere;word-break: normal;overflow: hidden;white-space: nowrap;text-overflow: ellipsis; font-family: Interstate,Lucida Grande,Lucida Sans Unicode,Lucida Sans,Garuda,Verdana,Tahoma,sans-serif;font-weight: 100;\"><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/livia-batista-699920876\" title=\"Livia Batista\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\" rel=\"noopener\">Livia Batista<\/a> \u00b7 <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/livia-batista-699920876\/sets\/corredeiras-id126\" title=\"Corredeiras - id126\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\" rel=\"noopener\">Corredeiras &#8211; id126<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>No artigo <em>Rios Urbanos: problemas ou oportunidades para Salvador<\/em>, de autoria da professora <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/4724861828246428\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nayara Amorim<\/a>, da faculdade de arquitetura da UFBA; e do professor <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/5436334455954998\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lafayette da Luz<\/a>, do departamento de engenharia ambiental da escola polit\u00e9cnica da UFBA, essa gest\u00e3o do Jaguaribe tem graves problemas. Eles acusam o INEMA de ter uma nota t\u00e9cnica pseudocient\u00edfica, que&nbsp; advoga pela obra de macrodrenagem j\u00e1 que o rio j\u00e1 est\u00e1 \u201cmorto\u201d, ent\u00e3o n\u00e3o modificaria em nada a atual situa\u00e7\u00e3o. A nota, para eles, n\u00e3o tem nenhum dado de biomonitoramento, sem embasamento para acusarem a morte do rio.&nbsp; Em resposta \u00e0 nota, v\u00e1rios professores do Mestrado de Meio Ambiente, \u00c1gua e Saneamento (<a href=\"http:\/\/www.maasa.eng.ufba.br\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAASA<\/a>) da escola polit\u00e9cnica, que al\u00e9m de de apontar a j\u00e1 citada falta de monitoramento, \u201cn\u00e3o considera a recupera\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es degradadas desse rio urbano\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Assim, Piat\u00e3 e outros bairros banhados pelo Jaguaribe, que \u00e9 exatamente a regi\u00e3o da orla mar\u00edtima que era menos concretada \u00e0 beira da orla atl\u00e2ntica, tem perdido caracter\u00edsticas da regi\u00e3o. Lav\u00ednia pensa que o rio teria o poder de fazer o bairro se agregar em volta do rio, j\u00e1 que carente de \u00e1reas p\u00fablicas de sociabilidade, o rio seria essa \u00e1rea poss\u00edvel de conv\u00edvio. Com o rio se v\u00e3o possibilidades de um bairro diferente do que se v\u00ea em Salvador, com a possibilidade de lazer, sustentabilidade, pesca, consumo de \u00e1gua e alternativa de uma conviv\u00eancia urbana diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo que n\u00e3o as vejamos mais, Salvador \u00e9 uma cidade formada pelas \u00e1guas. Isso \u00e9 comprovado pelas ocupa\u00e7\u00f5es iniciais da cidade, que se sustentavam tendo uma fonte de \u00e1gua pr\u00f3xima para consumo e um rio para ajudar na defesa. Esse \u00e9 o caso, por exemplo, da Barra e da Gra\u00e7a, que t\u00eam seus hist\u00f3ricos datados desde os tempos de Caramuru, que construiu a vila na Barra com a foz do Rio dos Seixos para a defesa da vila e construiu a fonte da Gra\u00e7a para Catharina Paragua\u00e7u banhar-se. A cidade alta, que compreende o Centro Hist\u00f3rico, tamb\u00e9m foi feita sabendo quais fontes e rios passavam pela regi\u00e3o. Essas e outras breves hist\u00f3rias da forma\u00e7\u00e3o dos bairros de Salvador podem ser encontradas no livro <a href=\"https:\/\/www.conder.ba.gov.br\/biblioteca\/o-caminho-das-aguas-em-salvador-bacias-hidrograficas-bairros-e-fontes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>O Caminho das \u00c1guas em Salvador: Bacias hidrogr\u00e1ficas, bairros e fontes<\/em><\/a> (2010), uma extensa pesquisa organizada por Elisabete Santos, Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Gomes de Pinho, Luiz Roberto Santos Moraes e T\u00e2nia Fischer, pesquisadores da UFBA, que mapeou a bacias hidrogr\u00e1ficas da cidade, coletou amostras das \u00e1guas para saber como estava a qualidade e tentaram achar cada fonte que alimenta os rios. \u201cAntes a Embasa confundia rios e tinha um n\u00famero de bacias que n\u00e3o correspondia ao real. Se confundiam fontes, nascentes e rios. Fomos em cada uma, mapeamos e separamos os rios que hoje \u00e9 o mapeamento atual das bacias da cidade\u201d, explica <a href=\"https:\/\/atarde.com.br\/muito\/era-uma-vez-um-rio-679693\">Luiz Roberto Santos Moraes<\/a>,71, <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/1754614469917208\">professor <\/a>do curso de Engenharia Ambiental e um dos pesquisadores que fizeram parte da pesquisa do livro, que definiu que Salvador tem doze bacias hidrogr\u00e1ficas e nove bacias de drenagem natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Moraes, estudantes de Engenharia Ambiental, e a sociedade baiana em geral, n\u00e3o saberem citar o nome de pelo menos um rio \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o preocupante. \u201cPor anos dei um componente de primeiro semestre na UFBA para estudantes de Engenharia Ambiental e a primeira pergunta que eu fazia era: falem o nome de um rio de Salvador. Normalmente ningu\u00e9m conseguia responder\u201d. Esse cen\u00e1rio \u00e9 reflexo de uma pol\u00edtica p\u00fablica de apagamento desses rios, a sua maioria aterrados, encapsulados ou totalmente polu\u00eddos. Pol\u00edtica p\u00fablica ao n\u00edvel federal, com financiamentos de bancos e do pr\u00f3prio Estado, como foi o caso do rio dos seixos que se encontra na Avenida Centen\u00e1rio e foi encapsulado enquanto Jo\u00e3o Henrique era prefeito de Salvador, de 2005 at\u00e9 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>Um outro reflexo da falta de conhecimento sobre a import\u00e2ncia dos corpos de \u00e1gua da cidade \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o de moradores de Salvador de que a solu\u00e7\u00e3o para o mau cheiro, a sujeira e os alagamentos \u00e9 o tamponamento de rios. &nbsp;Segundo pesquisas com o envolvimento do pr\u00f3prio Luiz Roberto Santos Moraes, a falta de planejamento e o crescimento urbano desordenado s\u00e3o os verdadeiros fatores que deram origem aos problemas relacionados aos rios que passam por dentro das cidades.&nbsp; Para Lafayette Luz e Nayara Amorim, isso causa problemas sobre planejamentos no nosso futuro pr\u00f3ximo \u201cEstudos apontam que cidades litor\u00e2neas precisam criar zonas de amortecimento naturais, aumentando a permeabilidade e reten\u00e7\u00e3o h\u00eddrica, bem como a estabilidade dos terrenos. Estudos do<a href=\"http:\/\/www.pbmc.coppe.ufrj.br\/index.php\/pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> Painel Brasileiro de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas<\/a> e do <a href=\"http:\/\/www2.cemaden.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais<\/a> indicam Salvador entre as cinco cidades costeiras mais vulner\u00e1veis.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tamponamento de rios em Salvador \u00e9 um problema ambiental visto como solu\u00e7\u00e3o. A cidade de Salvador tem no seu hist\u00f3rico a cobertura de rios e outros corpos de \u00e1gua como uma alternativa para a polui\u00e7\u00e3o e inunda\u00e7\u00f5es ou para a realiza\u00e7\u00e3o de obras que t\u00eam a pretens\u00e3o de desenvolver a cidade. 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