{"id":40932,"date":"2023-12-06T11:13:43","date_gmt":"2023-12-06T14:13:43","guid":{"rendered":"https:\/\/id126ufba.com.br\/?p=40932"},"modified":"2023-12-11T10:04:30","modified_gmt":"2023-12-11T13:04:30","slug":"40932-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/40932-2\/","title":{"rendered":"Ultraprocessados: Quem pode se alimentar bem em Salvador?"},"content":{"rendered":"\n<p>Rotina corrida. Trabalho exaustivo. Pre\u00e7os mais acess\u00edveis. Esses s\u00e3o alguns dos motivos que levam as pessoas a colocarem os alimentos ultraprocessados no seu dia a dia. Em Salvador, 241 mil pessoas de 18 anos ou mais t\u00eam um alto consumo de ultraprocessados, segundo <a href=\"https:\/\/www.pns.icict.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/liv101846.pdf\">Pesquisa Nacional de Sa\u00fade<\/a>, divulgada em 2020.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video controls src=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/copy_0115BEC0-F75C-4156-BF25-D974EC4DADC3.mov\"><\/video><\/figure>\n\n\n\n<p>Marilza dos Santos, de 50 anos, moradora do Nordeste de Amaralina, trabalha como diarista. Na correria entre uma casa e outra, o transporte se tornou um dos \u00fanicos momentos que a trabalhadora tem para se alimentar. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Marilza - personagem\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AjApf8PTB_k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Marilza dos Santos d\u00e1 relato sobre a sua alimenta\u00e7\u00e3o na Esta\u00e7\u00e3o da Lapa<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A situa\u00e7\u00e3o tem sido parecida para Joanice dos Santos, tamb\u00e9m diarista de 50 anos. Apesar de ainda conseguir manter uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada em casa e evitar refrigerante, quando est\u00e1 na rua ou no trabalho \u00e9 bem diferente. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote has-text-align-center has-vivid-red-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-576d9d1ca9a3194521cbb7b3a810084c\" style=\"border-style:none;border-width:0px;border-radius:0px;font-style:normal;font-weight:400\"><blockquote><p><br><strong>\u201c\u00c0s vezes trabalho tr\u00eas dias seguidos cada dia em uma casa. Quando estou em casa \u00e9 feij\u00e3o e arroz. Agora, quando estou na rua como coxinha. Tenho press\u00e3o alta, mas consumo eles porque a vontade chega\u201d, contou Joanice.&nbsp;<\/strong><br><\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Se alimentar de acordo com o <a href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/elisbittencourt\/Downloads\/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf\">guia alimentar brasileiro<\/a> &#8211; documento lan\u00e7ado em 2014 pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade &#8211; tem sido cada vez mais dif\u00edcil, com a desigualdade e infla\u00e7\u00e3o no Estado. A popula\u00e7\u00e3o pobre e negra s\u00e3o as que mais abusam de alimentos ultraprocessados que est\u00e3o relacionados com doen\u00e7as como press\u00e3o alta, diabetes, estresse e at\u00e9 c\u00e2ncer.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea sabe o que s\u00e3o os alimentos ultraprocessados?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sabe aquela coxinha que voc\u00ea consome como lanche da tarde, com aquela coca gelada? aquele salgadinho para passar o tempo? Esses e diversos outros alimentos passam por diversos processos industriais antes de chegar na m\u00e3o do consumidor, por isso, s\u00e3o considerados ultraprocessados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo pesquisa da Nupens USP, os ultraprocessados mais comuns s\u00e3o refrigerantes, biscoito, macarr\u00e3o instant\u00e2neo, chocolate e embutidos. Quatro dos seis entrevistados pela reportagem relataram ter press\u00e3o alta. Confira o gr\u00e1fico abaixo das doen\u00e7as relacionadas a esses alimentos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-flourish wp-block-embed-flourish\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" title=\"Interactive or visual content\" src=\"https:\/\/flo.uri.sh\/visualisation\/16002342\/embed#?secret=TvmMeMOF5S\" data-secret=\"TvmMeMOF5S\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" height=\"575\" width=\"500\"><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonte:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.arca.fiocruz.br\/handle\/icict\/49672\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estudo da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica da Fio Cruz (2020)<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Yuri Aguiar, de 24 anos, ind\u00edgena do povo Patax\u00f3, saiu da aldeia em Coroa Vermelha, munic\u00edpio de Santa Cruz Cabr\u00e1lia, para cursar Direito na Universidade Federal da Bahia, em Salvador. A rotina agitada do estudante est\u00e1 ligada \u00e0s atividades da faculdade e est\u00e1gio. \u201cEu emendo com as minhas atividades convencionais de ensino e aprendizagem, as aulas v\u00e3o at\u00e9 \u00e0s 22 horas. Isso, querendo ou n\u00e3o, impacta de forma muito negativa na minha alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o estudante.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista, o jovem relatou uma situa\u00e7\u00e3o inusitada ao fazer compras no mercado. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-soundcloud wp-block-embed-soundcloud\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Yuri - Audio by impress\u00e3o digital 126\" width=\"500\" height=\"400\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?visual=true&#038;url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F1682155428&#038;show_artwork=true&#038;maxheight=750&#038;maxwidth=500\"><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Yuri Aguiar recorre aos ultraprocessados em sua rotina de estudante na UFBA<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias do aumento do consumo desses alimentos j\u00e1 t\u00eam deixado rastros na sa\u00fade dos soteropolitanos. O avan\u00e7o da industrializa\u00e7\u00e3o no pa\u00eds \u00e9 um dos fatores que contribuem para a difus\u00e3o desses alimentos que passam por diversos processos at\u00e9 chegarem na m\u00e3o dos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Jean M\u00e1rcia Mascarenhas, professora da UNEB e doutora em Sa\u00fade Coletiva pela UFBA, relembra que o Brasil saiu de uma condi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica em que a popula\u00e7\u00e3o era considerada desnutrida, mas fez uma transi\u00e7\u00e3o pautada no consumo de alimentos industrializados. \u201cEntramos numa outra realidade ruim, que \u00e9 a do sobrepeso e da obesidade. Esses comprometimentos da sa\u00fade s\u00e3o a porta aberta para um conjunto de doen\u00e7as, como diabetes e as doen\u00e7as cardiovasculares, a que mais mata no mundo\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jean - Nutricionista 1\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/S4ZtZntQd_8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Nutricionista especialista em Sa\u00fade Coletiva explica o ciclo de produ\u00e7\u00e3o dos alimentos ultraprocessados<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Corpo s\u00e3, mente s\u00e3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 J\u00e9ssica Souza, lojista de 41 anos, est\u00e1 em processo de reeduca\u00e7\u00e3o alimentar, evitando todo tipo de alimento ultraprocessado. O resultado tem sido leveza no corpo e na mente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFaz um ano que estou na reeduca\u00e7\u00e3o alimentar, mudando os h\u00e1bitos antigos para novos. Procurei reduzir por conta do aumento de peso e preferi optar por alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel. Me sinto mais saud\u00e1vel, com a mente mais leve\u201d, afirmou J\u00e9ssica.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa tal leveza n\u00e3o \u00e9 atoa. Na verdade, a explica\u00e7\u00e3o est\u00e1 em uma dieta mais balanceada. Jean M\u00e1rcia ressaltou a transforma\u00e7\u00e3o que uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel pode fazer no bem estar, j\u00e1 que a mente e o intestino est\u00e3o intimamente relacionados.<\/p>\n\n\n\n<p>A nutricionista Jean destaca que o consumo se d\u00e1 em todas as classes e que muitas quest\u00f5es s\u00e3o relativas. Por\u00e9m, explica a quest\u00e3o dos dados apontarem para a popula\u00e7\u00e3o mais pobre como a mais consumista desse tipo de alimento. \u201cAs pessoas vivem com menos dinheiro e sem condi\u00e7\u00e3o de ter acesso a um conjunto de informa\u00e7\u00f5es. Por isso, n\u00e3o podem ter o saud\u00e1vel na quantidade recomendada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela lembra o fato da maioria dos mercados pequenos que se localizam em bairros populares estarem com as prateleiras cheias de alimentos ultraprocessados. \u201cA pessoa consome o que est\u00e1 mais barato e mais acess\u00edvel\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jean - Nutricionista 2\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n-fpMJcrtbs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>&#8220;Comer \u00e9 um ato pol\u00edtico&#8221; defende Jean M\u00e1rcia<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Existem muitas barreiras na busca por uma alimenta\u00e7\u00e3o nutricionalmente saud\u00e1vel. O caminho defendido por especialistas tem sido buscar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia de se alimentar bem, para ent\u00e3o, criar estrat\u00e9gias de acordo com a sua realidade. Procurar frutas e legumes de cada esta\u00e7\u00e3o pode ser uma alternativa para encontrar pre\u00e7os mais acess\u00edveis. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, al\u00e9m da conscientiza\u00e7\u00e3o individual, para a pesquisadora, \u00e9 necess\u00e1ria a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas na cidade, na busca por um acesso mais democr\u00e1tico aos alimentos, como prop\u00f5e o objetivo 2 da<a href=\" ONU: Fome e Seguran\u00e7a Alimentar.\"> ONU: Fome Zero e Agricultura Sustent\u00e1vel.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Sem o investimento em nutricionistas nos locais p\u00fablicos, o consumo de ultraprocessados continua a aumentar. \u201cUma das formas da gente atuar \u00e9 atrav\u00e9s das Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade. Mas, contratam uma nutricionista para atender cinco ou seis unidades. Ela n\u00e3o vai conseguir fazer esse trabalho\u201d, afirma Jean M\u00e1rcia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rotina corrida. Trabalho exaustivo. Pre\u00e7os mais acess\u00edveis. Esses s\u00e3o alguns dos motivos que levam as pessoas a colocarem os alimentos ultraprocessados no seu dia a dia. Em Salvador, 241 mil pessoas de 18 anos ou mais t\u00eam um alto consumo de ultraprocessados, segundo Pesquisa Nacional de Sa\u00fade, divulgada em 2020. 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