{"id":9575,"date":"2013-03-11T11:45:39","date_gmt":"2013-03-11T14:45:39","guid":{"rendered":"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/?p=9575"},"modified":"2013-03-13T18:48:46","modified_gmt":"2013-03-13T21:48:46","slug":"gosto-de-pagode-acho-gostoso-como-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/gosto-de-pagode-acho-gostoso-como-genero\/","title":{"rendered":"\u201cGosto de pagode. Acho gostoso como g\u00eanero\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em>Paulo Miguez faz uma an\u00e1lise sensata do pagode baiano e afirma que o duplo sentido presente nas letras \u00e9 oriundo de uma tradi\u00e7\u00e3o do cancioneiro nacional<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #888888;\">Raulino J\u00fanior<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_9596\" style=\"width: 468px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9596\" class=\" wp-image-9596   \" title=\"Paulo Miguez\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez1.jpg\" alt=\"\" width=\"458\" height=\"307\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez1.jpg 1024w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 458px) 100vw, 458px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9596\" class=\"wp-caption-text\">Paulo Miguez, professor da UFBA | Cr\u00e9dito: Lucas Seixas<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Paulo Miguez tem 58 anos, \u00e9 doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Culturas Contempor\u00e2neas, professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ci\u00eancias (IHAC) e do Programa Multidisciplinar de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Cultura e Sociedade da Universidade Federal Bahia. O estudioso \u00e9 refer\u00eancia quando o assunto \u00e9 m\u00fasica baiana e o carnaval de Salvador. Nesta entrevista, ele se debru\u00e7a sobre o pagode baiano e coloca as suas impress\u00f5es acerca do g\u00eanero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Impress\u00e3o Digital 126 &#8211;<\/em><\/strong><strong>\u00a0O que, em sua opini\u00e3o, contribuiu para ascens\u00e3o de grupos de pagode como o\u00a0\u00c9 o Tchan\u00a0dentro do mercado brasileiro de m\u00fasica?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><strong>Paulo Miguez &#8211;\u00a0<\/strong>Acho que a pr\u00f3pria ambi\u00eancia do carnaval explica isso, que \u00e9 o lugar onde eles surgem e que v\u00e3o aparecer para o Brasil e para o mundo. O sucesso do carnaval explica muito o sucesso desses grupos. No finalzinho dos anos 80, o carnaval baiano sofreu um processo de transforma\u00e7\u00e3o, que ganhou musculatura no in\u00edcio dos anos 90. Logo na sequ\u00eancia, esses grupos de pagode explodem. Na verdade, eles j\u00e1 existiam. Sempre tivemos grupos de pagode e de samba aqui. O pagode, do ponto de vista musical, tem caracter\u00edsticas interessant\u00edssimas. Num certo sentido, ele me sugere a ideia de atualiza\u00e7\u00e3o do samba de roda, numa perspectiva mais eletr\u00f4nico-aer\u00f3bica, porque incorpora os instrumentos eletr\u00f4nicos e retrabalha toda a forma de dan\u00e7ar do samba, permitindo que essa coreografia mais tradicional seja contaminada pelos movimentos das academias de gin\u00e1sticas.<\/p>\n<div id=\"attachment_9602\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9602\" class=\"size-medium wp-image-9602\" title=\"Paulo Miguez\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez2-300x208.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"208\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez2-300x208.jpg 300w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez2.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9602\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Lucas Seixas<\/p><\/div>\n<p><strong><em>ID 126\u00a0<\/em>&#8211;<\/strong><strong><em>\u00a0<\/em>O decl\u00ednio veio por falta de manejo dos pr\u00f3prios empres\u00e1rios ou por que esses grupos n\u00e3o atenderam mais \u00e0s expectativas do p\u00fablico e do pr\u00f3prio mercado?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PM &#8211;\u00a0<\/strong>Acho que a gente tem que qualificar melhor essa ideia de que eles entraram em decad\u00eancia total. Os grupos de pagode podem ter desaparecido do topo da lista de mais vendidos da ind\u00fastria fonogr\u00e1fica, mas continuam fazendo shows o tempo inteiro. Alguns nomes do pagode baiano continuam tendo lugar de algum destaque no carnaval. Esse pagode de agora,\u00a0<em>funkeado<\/em>, que dialoga com outros g\u00eaneros, produziu, nos \u00faltimos anos, figuras muito interessantes na cena carnavalesca e no show business. Do ponto de vista das carreiras, boa parte desse pessoal que \u00e9 reconhecido como grande nome da ax\u00e9 continua com a agenda lotada. Eles vendem, por exemplo, mais do que nomes consagrados da m\u00fasica brasileira. N\u00e3o vendem mais sete milh\u00f5es porque a ind\u00fastria do disco n\u00e3o vende mais isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>ID 126<\/em>\u00a0&#8211;<em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>Os grupos \u00c9 o Tchan, Terra Samba\u00a0\u00a0e Nossa Juventude, por exemplo, que fizeram sucesso na d\u00e9cada de 90, ficaram fora do circuito midi\u00e1tico e voltaram com certo apelo popular. O que explica isso?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PM &#8211;\u00a0<\/strong>O que explica \u00e9 que eles saem da grande m\u00eddia, deixam de ser a bola da vez, e v\u00e3o ficar acomodados em nichos de consumo cultural que continuam celebrando-os como grandes estrelas. \u00c9 evidente que quando eram \u201ca bola da vez\u201d a caixa registradora funcionava numa rapidez e numa magnitude maior. Eles podem n\u00e3o aparecer mais na m\u00eddia, mas n\u00e3o desaparecem do card\u00e1pio de show business Brasil afora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong><em>ID 126<\/em>\u00a0&#8211;<em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>O senhor gosta de pagode?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PM &#8211;\u00a0<\/strong>Gosto, claro! Adoro! Acho gostoso como g\u00eanero. Interessa-me o seu vi\u00e9s como festa carnavalesca baiana.<\/p>\n<div id=\"attachment_9606\" style=\"width: 209px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9606\" class=\"size-medium wp-image-9606 \" title=\"Paulo Miguez\" src=\"http:\/\/impressaodigital126.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez4-199x300.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez4-199x300.jpg 199w, https:\/\/id126ufba.com.br\/memoria\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Miguez4.jpg 680w\" sizes=\"(max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9606\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Lucas Seixas<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong><em>ID 126<\/em>\u00a0&#8211;<em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>Hoje em dia, a gente v\u00ea muitas cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s letras do pagode. A qualidade nas letras piorou ou n\u00e3o d\u00e1 nem para mensurar?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PM &#8211;<\/strong>\u00a0Piorou em rela\u00e7\u00e3o ao qu\u00ea? Fala-se muito que atualmente h\u00e1 cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o a isso, mas sempre teve muita cr\u00edtica, com teor muito semelhante. As pessoas, \u00e0s vezes, n\u00e3o se d\u00e3o contam da bobagem que est\u00e3o falando quando comparam as letras de agora com as de antigamente. Querem comparar com o qu\u00ea? Com as marchinhas carnavalescas, por exemplo? N\u00e3o vejo que sentido de grandeza po\u00e9tica elas tinham. At\u00e9 porque a inten\u00e7\u00e3o, quando se escreve uma letra para um samba que vai tocar na rua ou uma marchinha que vai nos animar no carnaval, \u00e9 fazer a festa. A gente sempre teve uma longa tradi\u00e7\u00e3o da can\u00e7\u00e3o com s\u00e1tira, com duplo sentido. N\u00e3o \u00e9 uma coisa estranha e n\u00e3o foi inventado pelo pagode. O jeito de dan\u00e7ar, as letras, tudo sempre foi objeto de muita cr\u00edtica entre os setores, digamos, mais letrados e intelectualizados. Eu n\u00e3o alinho com eles, n\u00e3o. Adoro a molecagem pagode. Adoro o ritmo. Acho bacan\u00e9rrimo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong><em>ID 126<\/em>\u00a0&#8211;<\/strong><strong><em>\u00a0<\/em>O pagode baiano \u00e9 um fen\u00f4meno da ind\u00fastria cultural que \u00e9 pouco estudado na academia. Nesse sentido, as universidades t\u00eam preconceito com o pagode?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PM &#8211;<\/strong>\u00a0Eu diria que n\u00e3o necessariamente com o pagode. Mas, dependendo do lugar da universidade, voc\u00ea vai ver que tem temas que n\u00e3o s\u00e3o, exatamente, os temas mais bem acolhidos. Eu, por exemplo, tive alguma resist\u00eancia quando, no mestrado em administra\u00e7\u00e3o, quis estudar o carnaval; porque carnaval \u00e9 coisa para antrop\u00f3logo estudar. No m\u00e1ximo, soci\u00f3logo ou historiador. Ent\u00e3o, algumas das \u00e1reas das universidades delimitam um repert\u00f3rio de temas que s\u00e3o eleitos como bons e outros passam a ser temas menores. Essa \u00e9 uma raz\u00e3o. A outra \u00e9 quando algu\u00e9m diz que este \u00e9 um tema que n\u00e3o pode ser estudado pela universidade, que n\u00e3o tem a dignidade para se transformar em objeto de estudo. A\u00ed \u00e9 que eu acho complicado. Mas isso tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 incomum, n\u00e3o. Essa coisa do tema maldito, do tema mais dif\u00edcil de ser absorvido como objeto de estudo, \u00e9 bastante frequente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/wp.me\/p1I4B2-2tX\">O pagode na \u00f3tica de quem faz<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/wp.me\/p1I4B2-2kr\">O pagode baiano por Jacar\u00e9, Ex-\u00c9 o Tchan<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/wp.me\/p1I4B2-2v2\">Eles querem ser o Jacar\u00e9<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/wp.me\/p1I4B2-2sf\">O pagode desce, que desce, que desce?<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O professor Paulo Miguez, do Instituto de Humanidades, Artes e Ci\u00eancias da Universidade Federal da Bahia, fala sobre pagode baiano e desmistifica algumas quest\u00f5es acerca do g\u00eanero musical.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[111],"tags":[945,149,569,943,944],"acf":[],"aioseo_notices":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u201cGosto de pagode. 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