O relato de duas mães que passaram pela experiência do parto humanizado
- 12/12/2011De enxoval comprado, as mães tiveram a surpresa de conceberem filhos do sexo oposto ao que esperavam.
Por Laís Gomes e Renato Oselame
Durante a apuração desta reportagem, pudemos acompanhar a história de duas mães que optaram pelo parto humanizado: Roberta Nascimento e Taís Michele. Moradoras de bairros localizados na periferia de Salvador, São Cristóvão e Mata Escura, respectivamente, as mães buscaram no CPN um lugar seguro para darem à luz a seus filhos.
Apesar de não cumprirem o requisito do CPN de ter realizado pelo menos cinco exames pré-natais, as pacientes foram aceitas e puderam desenvolver o trabalho de parto com a ajuda das enfermeiras do centro. Em decorrência do não-cumprimento dos exames, a primeira surpresa ao nascer Rosana, filha de Roberta: ela estava esperando por um menino. Vivendo em circunstâncias humildes, a mãe viu-se numa posição difícil: já havia preparado todo o enxoval para o pequeno que iria nascer.
Contudo, no dia seguinte, 20 de novembro, uma nova surpresa: Taís Michele, que estava esperando por uma menina, acabou sendo mãe do pequeno Enzo. Por intermédio das médicas do CPN, as recém-mães acabaram se conhecendo e encontraram uma solução para o problema: resolveram trocar os enxovais.
Tivemos acesso a um momento de confraternização entre as mães, onde ambas expõem a impressão que tiveram do tratamento dado pelo CPN. E detalhe: a pequena Rosana foi nomeada em homenagem à enfermeira que atendeu sua mãe. Confira o momento no vídeo.
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